Condomínios: Sindicato defende que áreas comuns voltem gradualmente

Pressionados por alguns condôminos que querem a volta total das áreas comuns dos condomínios

A Associação Brasileira de Síndico, Condomínio e Empresas Afins em Sergipe (Assindcon/SE), recorreu à Secretaria de Estado da Saúde (SES) manhã desta terça-feira, 1º, com um conjunto de ideias para que os espaços de lazer dos condomínios voltem gradualmente, seguindo os critérios sanitários.

De acordo com as informações do presidente da Assindcon, Sandoval Júnior, assim que algumas atividades comerciais e pontos turísticos foram reabertos muitos condôminos têm pressionado os síndicos para que eles autorizem a utilização de todos os espaços de lazer, como salão de festa, piscina, e quadra de esportes.

“A reabertura de bares, restaurantes, academias e praias criou um clima em muita gente de ‘liberou geral’. Mas não é bem assim. Ainda estamos na pandemia”, diz Sandoval.

Ele explica que a associação elaborou uma minuta com algumas ações para que as áreas comuns sejam flexibilizadas conforme a situação da pandemia aqui no estado. “Nós queremos reabrir os espaços aos poucos, de maneira gradual. E não tudo de uma vez só”, relata.

Sandoval diz que o encontro foi bastante positivo e que espera que a SES possa elaborar um protocolo específico para a reabertura das áreas comuns. “Queremos um respaldo mais concreto para repassar os síndicos e, claro, aos condôminos”, afirma.

O presidente da Assindcon alerta que em Aracaju há um grande números de condomínios. “Nós estamos falando de aproximadamente 1.200 condomínios que abrigam cerca de 200 mil pessoas. É preciso cuidado. Ainda é muito cedo para abrir tudo. Temos que pensar na saúde das pessoas”, avalia.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Quais são as dicas para conservar móveis de madeira?

Com o passo a passo, é possível aumentar a vida e beleza do mobiliário

Aconchegante, belo e clássico, o móvel de madeira está no lar de grande parte da população – e isso não é sem motivo. Além de versátil, a madeira é resistente, traz sensação de conforto aonde estiver e se encaixa em todos os estilos de ambiente – dos retrôs aos contemporâneos, com peças de linhas retas, robustas e até mesmo orgânicas. Se você é apaixonado por esse estilo, com certeza vai se interessar por esse texto. Resolvemos conversar com quem entende do assunto e apresentar dicas para conservar os móveis de madeira.

Móveis de madeira: dicas de limpeza e cuidados básicos para preservá-los

Gisele Leal, proprietária da Sierra Móveis Gabriel, em São Paulo, garante que apostar em móveis de madeira é uma grande solução na hora de mobiliar a casa. “Protagonistas de muitos projetos, os móveis de madeira podem fazer a diferença na decoração, mas precisam de cuidados especiais para preservá-los”.

Ainda segundo Gisele, alguns cuidados no dia a dia podem fazer a diferença na durabilidade da peça. “Sempre evite colocar objetos quentes, úmidos ou que soltem tinta diretamente sobre o mobiliário. Objetos pontiagudos ou cortantes devem sempre estar em seu suporte, impedindo riscos ou manchas. Também é importante tomar cuidado com o peso dos objetos – isso evita que o móvel empene ou deforme”, explica.

Por isso, em casa de anfitrião, Gisele indica ter apoios de copo guardados em gavetas estratégicas pela casa. “Também é importante evitar puxar ou empurrar os objetos sobre o tampo do mobiliário. Levante-os e faça a movimentação de forma cuidadosa”, indica.

A posição do mobiliário no lar também deve ser pensada. É importante mantê-lo a ao menos 5 cm de distância da parede, evitando o contato com a umidade. E, quando se fala de peças para áreas internas, o ideal é evitar que fiquem muito tempo expostas diretamente ao sol. “A luz solar direta pode fazer com que a madeira sofra um desbotamento indesejado. Além disso, o efeito de dilatação e contração da madeira, que acontece com a mudança de temperatura, pode afrouxar parafusos e juntas e, em casos mais graves, causar rachaduras na peça”, alerta.

Cuidados com a limpeza diária dos móveis de madeira

Por ser um material natural e com poros, o móvel de madeira pede uma limpeza atenciosa. Gisele sugere a utilização de um pano seco e macio para retirar o pó. Na sequência, um pano úmido com água e sabão neutro dá conta de tirar a sujidade. “Jamais utilize produtos químicos abrasivos. Eles alteram as propriedades químicas do móvel de madeira, gerando desgaste na peça”, explica. Álcool pode manchar a peça de forma irreversível.

Móveis de madeira para área externa

Mobiliários de madeira para área externa contam com tecnologias diferenciadas, facilitando o cuidado diário com a peça. Ainda assim, ações simples podem fazer a diferença, garantindo que a peça dure ainda mais tempo. Nesse caso, o recomendável é manter a peça recoberta sempre que não estiver sendo utilizada. Abriga-los abaixo de ombrelones e guarda-sóis também é uma ótima forma de preservá-los.

A limpeza com pano úmido deve ser feita na peça inteira, para que, além de remover a sujeira, o móvel não fique com aspecto ressecado. E, sempre que chover, é importante secar bem as peças. “Uma vez por ano recomenda-se o tratamento com Polisten transparente para móveis que ficarão muito tempo expostos. Além dele, aplicação de verniz garante que as propriedades das peças sejam mantidas por mais tempo”, afirma Gisele.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Abralimp traz protocolos de limpeza para condomínios e suas áreas comuns

A Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional indica os procedimentos de limpeza e desinfecção adequados para garantir a proteção de moradores, funcionários e frequentadores

Visando auxiliar e padronizar os protocolos de limpeza em condomínios – residenciais e comerciais – que possuem mão de obra própria na limpeza, colaborando na diminuição do risco de disseminação do novo coronavírus, a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp), desenvolveu o “Manual de Procedimentos de Limpeza durante a pandemia de Covid-19 para condomínios e suas áreas comuns”, que traz informações fundamentais a respeito de procedimentos de limpeza, equipamentos e produtos químicos indicados.

Como se trata de um vírus novo, ainda sem estudos comprovados que atestem seu comportamento, o conteúdo tem como finalidade apresentar medidas imediatas de prevenção e controle de transmissão. As orientações estão alinhadas com as diretrizes do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS), Associação Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dos demais órgãos de saúde.

A Abralimp destaca que parte fundamental no processo emergencial da pandemia é o treinamento dos colaboradores. “É imprescindível a orientação constante de todos os profissionais para a prevenção da transmissão de agentes infecciosos”, aponta o Manual.

Recomendações

De acordo com o Manual da Abralimp, a limpeza deve seguir uma sequência padrão para manutenção do ambiente higienizado, empregando técnicas corretas, produtos e equipamentos adequados.

A principal orientação para conter a proliferação do vírus é aumentar a frequência do processo de higienização de superfícies, com máxima atenção às áreas onde ocorrem maior contato das pessoas, tais como: maçanetas; corrimão; barras de apoio; botões de elevadores; fechaduras; interruptores; aparelhos de telefone e interfone, entre outros.

Preparação para a limpeza

Antes de iniciar os processos, é necessário higienizar as mãos e colocar os Equipamentos de Proteção Individuais (EPI´s) necessários para a atividade.

Todos os materiais utilizados no procedimento devem ser preparados previamente, como a separação dos panos secos.

No caso dos produtos que serão utilizados para a limpeza, preparar o pulverizador com o produto químico e identificar o recipiente onde será colocado.

Preferencialmente, utilizar diferentes equipamentos, panos, esponjas e escovas para os processos de limpeza e desinfecção. Também devem ser utilizados equipamentos específicos para a limpeza dos mobiliários, pisos e sanitários.

Considerações para execução dos procedimentos

É de suma importância a utilização dos EPI´s, para garantir a proteção do colaborador.

A limpeza e a desinfecção devem acontecer em um único sentido, nunca em movimentos circulares ou de vai e vem para evitar espalhar a contaminação sobre a superfície.

Inicie a limpeza da área menos suja para a mais suja.

Iniciar o processo de limpeza e desinfecção sempre de cima para baixo.

Nunca misturar produtos químicos.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Os impactos de uma crise dentro das cidades (e nos condomínios)

Neste ano, fomos pegos de surpresa por um vírus que, apesar de silencioso, causou mudanças na sociedade, nas relações interpessoais e colocou em evidência a importância de alguns profissionais.

Desde o final de janeiro de 2020, quando o vírus começou a atingir o País, ele tem causado impactos também no quantidade de inovações e transformações na saúde pública, na economia e no cotidiano.

Ao contrário do que se pensa, as cidades e, por consequência, seus cidadãos, estão vulneráveis a instabilidades do mercado e até às crises, mesmo aquelas impulsionadas por um vírus. A Peste Bubônica, por exemplo, dizimou cidades na Europa durante a Idade Média e na Ásia até o início do século XX. A Gripe Espanhola de 1918 matou cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, inclusive o nosso presidente na época. Mesmo assim, faço um convite para avaliarmos como a sociedade se comporta após estes momentos conturbados.

Como na história, as cidades de todo mundo encontraram maneiras de se ajustar e passaram a prosperar nas inovações, afinal, elas se tornaram um diferencial de valor ainda maior para o meio corporativo. Durante a crise, vimos a tecnologia entrar para os setores mais arcaicos e tradicionais, modificando processos e acelerando a digitalização de serviços. A pandemia reafirmou a necessidade de mudança, da reestruturação da sociedade e do sistema produtivo. Nos condomínios, acontece da mesma forma, já que eles espelham o que é a sociedade do portão para fora.

O primeiro grande obstáculo dentro desses espaços é a superlotação. Com um número muito maior de pessoas dentro de casa (e dos condomínios), devido a adesão do regime home office durante a pandemia, as pessoas passaram a conhecer melhor seus vizinhos (e seus ruídos).

Com isso, os condomínios tiveram que se reconfigurar para manter a saúde dos condôminos e a boa convivência entre moradores. Estamos vivendo a maior parte do tempo em nossas casas e notamos que nosso lar não é só mais um lugar para onde voltamos depois de um dia corrido.

O êxodo das pessoas nas grandes cidades também teve um salto. Assistimos famílias inteiras indo para o interior, grandes empresas fechando escritórios e mudando suas principais filiais em operação. Faço um questionamento: se as crises desenvolvem e inovam uma sociedade inteira, seria essa uma exceção? Ou será que já estamos imersos em um processo de mudanças, dessas que ficarão para sempre?

Futuramente, veremos pessoas atraídas de volta às cidades devido à queda do preço das moradias e das consequências econômicas. Durante todo o período histórico é comum observar o êxodo nos centros urbanos conduzido por pandemias, epidemias, crises ou guerras. Mas depois, esses cidadãos retornam porque as metrópoles, por sua vez, reúnem oportunidades pessoais e profissionais muito mais atrativas. A urbanização sempre foi uma força maior do que uma doença infecciosa e apesar de instabilidades, o mercado imobiliário e de condomínios deverá alavancar.

Nas cidades, também notamos a mudança na saúde e na importância dos líderes de Estado. Nos condomínios, os síndicos foram os que receberam o cargo de protagonistas, com uma responsabilidade maior no gerenciamento de condomínio, com o poder de decisão sobre a flexibilização da quarentena, da utilização de espaços comuns, das normas internas de convivência e também, nas regras de prevenção do coronavírus.

As experiências sobre economia foram questionadas, dando espaço à esperança de uma solução mais solidária. Ter menos posses, alugar, emprestar e dividir mais. A própria economia compartilhada teve visibilidade envolvendo a tecnologia nas transições de serviços ou produtos peer to peer, ou seja, diretamente de uma pessoa para outra – que também surgiu em uma crise.

O momento que estamos atravessando é um dos maiores desafios desde a Segunda Guerra Mundial. Embora as crises sejam épocas densas dentro de uma sociedade, o que se pode levar como consequência positiva, sem se esquecer ou romantizar os prejuízos, são de fato as inovações.

Assim como em outros momentos em nossa história, essa pandemia deverá marcar uma inflexão de paradigmas, novos padrões e uma aceleração em tendências mais profundas e de longo prazo. O que resta para pensar e acalentar a nossa saúde mental é lembrar que as crises são alertas para se repensar todo planejamento urbano, econômico e social, são oportunidades de otimizar e qualificar cada passo e com esta pandemia não seria diferente.

Rafael Lauand – CEO da LAR app

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Pandemia trouxe novos desafios: Condomínios e Home Office

É fato que a pandemia nos trouxe novos desafios, necessidade de adaptação e inovação.

A realidade de muitas empresas e trabalhadores mudou da noite para o dia e tivemos que nos reinventar, para continuar o trabalho que antes era executado em escritórios. Infelizmente, a grande maioria não estava preparada para isso. 

Quando se fala em home office (trabalho em casa), a primeira coisa que nos vem à cabeça é como conciliar a rotina do escritório em nossos lares. Nem sempre temos um local específico para reuniões, uma internet de altíssima velocidade, uma cadeira anatômica e confortável, um computador de alta potência, etc. Às vezes a própria rotina do lar pode atrapalhar a concentração e produtividade, pois temos que conviver com os demais moradores, filhos, esposas, maridos, pets, cada um com sua particularidade. 

São tantas adequações necessárias para manter a qualidade do serviço e bem-estar do trabalhador, que os condomínios também tiveram que se adaptar.

Temos um longo caminho a percorrer até encontrar o ponto de equilíbrio entre moradores residentes e os “moradores home office”, que precisam usar as áreas comuns para se adaptar a esta nova realidade, que, apesar de não ser tão nova, se intensificou abruptamente durante a pandemia. Realidade esta que não irá retroceder. 

Alguns administradores de condomínios já estão disponibilizando e transformando as áreas comuns, como salões de festas, salões de jogos, rooftops para esses trabalhadores utilizarem como espaços de coworking (trabalho compartilhado).

Mas não é só disponibilizar os espaços, eles devem ser preparados para atender à necessidade desses trabalhadores, começando por disponibilizar uma boa internet wi-fi, orientar sobre uso das proteções individuais como máscaras, uso do álcool em gel, levar sua própria água e/ou alimento, limpar sua cadeira e mesa antes e depois do uso, não compartilhar material de trabalho ou itens pessoais.

Talvez este modelo de trabalho se perpetue nos condomínios, mas se cada um fizer sua parte, moradores e administradores de condomínios, sem dúvida, ficarão satisfeitos com o resultado final.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Maioria dos moradores de condomínios não sabem agir em caso de incêndio

Os dados são de uma pesquisa feita pelo Corpo de Bombeiros do Maranhão com 797 moradores de condomínios da capital.

Uma pesquisa realizada pelo Corpo de Bombeiros do Maranhão revelou que a maioria das pessoas que moram em condomínios da capital não sabe como agir em caso de incêndio. Mais da metade das pessoas ouvidas sequer sabem o número para chamar os bombeiros.

A pesquisa foi feita com 797 moradores de condomínios de São Luís:
  • 53, 2% dos entrevistados disseram que não conseguiriam perceber o alarme de incêndio
  • 68, 5% sequer saberiam acionar o alarme
  • 64, 1% desconhecem o número pra chamar o corpo de bombeiros
  • 58, 3% não sabem usar um extintor pra combater as chamas
  • 6, 7% disseram que não conseguiriam indicar aos bombeiros os locais dos hidrantes para facilitar o trabalho

Por outro lado, 93,4% afirmaram ter conhecimento de que não devem usar o elevador, em caso de incêndio, por causa do risco de ficarem presos. E pelo menos 8 em cada 10 moradores dizem conhecer a rota de fuga durante uma emergência.

A rota de fuga é o trajeto a ser seguido em caso de emergência para esvaziar o prédio. Conhecer esse caminho ajuda a salvar vidas e é uma forma rápida e segura de escapar de incêndios, desabamentos ou outras situações de perigo.

O questionário foi aplicado pelo Corpo de Bombeiros em condomínios da capital, durante 107 vistorias, que constataram inúmeras irregularidades.

Identificamos que há uma falha no que diz respeito a presença de elementos de segurança e habilidade das pessoas em manusear. Nós destacamos que é de responsabilidade do gestor que mantenham as pessoas do prédio que saibam manusear aqueles elementos de segurança. E nós nos colocamos à disposição dos condomínios para que possamos auxiliar. É importante que as pessoas saibam manipular os elementos de segurança, para que possa intervir e evitar que uma maior ocorrência aconteça”, explicou o major José Lisboa, que é porta-voz do Corpo de Bombeiros do Maranhão.

Há 13 dias um incêndio em um prédio no Calhau destruiu o apartamento no terceiro andar. O condomínio, que está interditado, tinha problemas no sistema de combate a incêndio.

Longe desses sustos está um condomínio do Aracagi, onde moram quase mil pessoas em 336 apartamentos. Vinte participaram de um treinamento de brigada de incêndio. A escolha de colocar moradores e não funcionários nessa missão tem justificativa.

“Para que o conhecimento ficasse dentro do condomínio, porque os nossos funcionários podem ser realocados em outros condomínios, ser transferidos e com isso a gente poderia perder aquele treinamento com aquela pessoa. Então a gente achou muito mais viável que fosse com os moradores do próprio condomínio”, afirmou o síndico Neto Marques.

“Como agir numa situação de incêndio? Primeiramente, se tiver só as crianças em casa, tem que ligar pro responsável, pro bombeiro ou até para o síndico do condomínio. Aí, imediatamente, vão mandar o bombeiro pra cá e vão fazer todo o trabalho”, explicou o João Nogueira, de apenas 13 anos.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Covid-19 pode ser detectado por testes em condomínio

Ainda existe uma preocupação em relação a evolução da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Apesar de algumas medidas terem sido tomadas pelos governantes municipais e estaduais, o medo e a insegurança ainda assolam a população, principalmente no que se refere a flexibilização e a manutenção do isolamento social.

Diante de tudo isso, muitos fatores interferem diretamente no cotidiano das pessoas, e para quem mora ou trabalha em um condomínio, acaba aumentando ainda mais a responsabilidade do síndico em relação ao cuidado com a segurança do condomínio a e principalmente com a saúde dos condôminos.

Para auxiliar no combate da Covid-19, alguns serviços especializados estão sendo criados, com intuito de promoverem uma higienização mais profunda, e até mesmo equipamentos que conseguem detectar se o novo coronavírus está presente no ambiente.

Esses equipamentos podem ser aplicados nas áreas que possuem maiores circulação de pessoas, como elevadores, portaria, e até nas áreas comuns, tudo para conseguir saber se o vírus existe naquele lugar.

O teste nas áreas comuns

Existem dúvidas que preocupam certos tipos de condôminos, principalmente em relação a segurança e os protocolos de higienização e desinfecção dos ambientes. Muitos se perguntam se essas medidas estão sendo eficazes? Ou se estão sendo feitas de forma adequada? Se o trabalho de limpeza está sendo o suficiente para combater o novo coronavírus?

As perguntas são muitas, e as respostas são poucas. Pouco se sabe ainda sobre essa doença, que tem tirado o sossego da população mundial.

Com isso muitas empresas estão criando através da tecnologia equipamentos que tentam solucionar ou combater o vírus. O teste que promete detectar a presença do causador da Covid-19 funciona analisando se existe a necessidade de uma limpeza no ambiente, e assim, evidencia se esta higienização está sendo feita corretamente.

Esse equipamento promete avaliar também se algum fornecedor ou prestador de serviço estava contaminado e contagiou o ambiente, ou algum móvel do condomínio.

Como funciona o teste?

O teste funciona da seguinte forma, primeiro é feita uma coleta, o método utilizado é o swab estéril, exatamente como o teste feito em seres humanos, através de um cotonete específico com haste de plástico e ponta sintética, umedecido em uma solução especial para conseguir remover amostras de RNA nas superfícies ambientais de 25 cm².

O próprio condomínio fica responsável por fazer a coleta, de acordo com as instruções passadas pela empresa, e também com o uso rigoroso das EPI’s, como luvas, máscaras e jalecos, a fim de não interferir no resultado do teste. Após feita a coleta do material, o teste é transferido para uma embalagem específica de transporte e o laudo sai em um prazo de 48 horas depois.

Superfícies que podem ser testadas

O teste promete ter resultado comprovado, e pode ser feito em diversas superfícies dentro do condomínio, tais como:

  • Elevadores
  • Pisos
  • Maçanetas
  • Portarias
  • Corrimões
  • Teclados compartilhados
  • Bordas de mesas
  • Paredes
  • Portas
  • Armários

Não é preciso preparar o ambiente para fazer o teste, e caso a superfície tenha sido higienizada, pode se fazer o teste mesmo assim, pois o resultado não será alterado.

A frequência do teste

Não existe um limite para se fazer o teste nos ambientes. Tudo irá depender da frequência e da circulação de pessoas no condomínio. Ou seja, como o condomínio recebe as pessoas e a quantidade de pessoas que passam por ele.

O que também irá dizer a quantidade necessária de testes, é a questão da higienização dos locais, pois se a desinfecção for feita rigorosamente para combater o novo coronavírus, automaticamente não será necessário fazer tantos testes de detecção da Covid-19.

Uma coisa é certa, com o passar do tempo, muitas novidades surgem no mercado com intuito de melhorar o combate do novo vírus. Vale a pena procurar qual é o equipamento que melhor se adapta a realidade do seu condomínio!

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Saiba como deve ser a acessibilidade de áreas comuns do condomínio

Lei Federal completa duas décadas enovo decreto aumenta exigências para a garantia de acesso adequado a pessoas com deficiência. Saiba Como

Os critérios básicos para a promoção de acessibilidade, destinados às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, existem desde o ano 2000. A partir da promulgação da Lei Federal nº 10.098/2000, os condomínios precisam atender, desde a concepção de seus projetos, diretrizes objetivas definidas nos padrões das normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (NBR 9050/ABNT).

O artigo 18 da lei exige que as normas de acessibilidade estejam presentes nos seguintes ambientes: piscinas, andares de recreação, salão de festas e reuniões, saunas e banheiros, quadras esportivas, portarias, estacionamentos e garagens.

Essa obrigatoriedade está na legislação há duas décadas. Ou seja, construções mais antigas raramente estão aptas para garantir trânsito e acesso de forma satisfatória a pessoas com deficiência. No entanto, qualquer reforma realizada por edifícios que não cumpram as normas da ABNT deve prever soluções de acessibilidade – ou a obra sequer sai do papel.

“Os condomínios já instalados que estão em desconformidade com as regras brasileiras precisam, em caso de reformas ou de realização de quaisquer obras, atender à lei e realizar as modificações necessárias, sob pena de não ter a aprovação necessária, nem qualquer concessão, permissão ou acesso a financiamento”, afirma o advogado Paulo André Stein Messetti, do escritório Stein Messetti Advocacia.

Nova lei amplia normas de acessibilidade

Em janeiro deste ano entrou em vigor o decreto 9.451, que incrementa a lei de 2015, que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A nova lei regulamenta as exigências para a adaptabilidade de ambientes interiores, caso de terraços e varandas – ainda de acordo com as normas da ABNT.

Agora, é obrigatório que os banheiros tenham barras de apoio nas laterais da privada, do box de chuveiro ou banheira. Portas também entram nas regras novas: precisam ter pelo menos 80 centímetros de largura, mais 60 na lateral do batente e ao lado da maçaneta; janelas devem ser construídas considerando os limites de alcance visual e de modo que seus módulos sejam movidos com apenas uma das mãos.

Interruptores de luz, tomadas elétricas e termostatos, pias, maçanetas, campainha e interfone podem ser instalados de acordo com a altura do morador, algo muito importante para pessoas com nanismo e cadeirantes. Sinalizações táteis, em relevo e alarmes sonoros também são exigidos.

A lista de exigência regulamenta ainda as dimensões dos corredores, que devem assegurar ao menos uma faixa livre de obstáculos – sendo 90 cm de largura mínima para corredores de uso privado e 1,5 metro de largura mínima para uso público.

Regimentos internos do condomínio

Assim como todas as obras que ocorrem em um edifício, as que promovem acessibilidade também devem se submeter a uma avaliação e votação em assembleia. Essas adaptações, no entanto, não podem ser impedidas, independentemente do resultado da votação.

“Se houver qualquer ato contrário às reformas necessárias previstas na legislação para garantia do acesso às pessoas com necessidades especiais, é necessário que o síndico torne público e conste nos livros de ocorrências ou nas atas de reuniões condominiais. Inclusive com a identificação do condômino”, explica Messetti.

E mesmo durante o período de realização das obras, é obrigação do condomínio garantir alternativa de acesso adequado para pessoas com deficiência. “No caso de manutenção que inviabilize a utilização dos equipamentos é recomendável que haja em concomitância outra forma equivalente de viabilidadeque atenda ao mesmo fim”, esclarece Messetti. A lei se aplica a condomínios residenciais e comerciais, além de locais de circulação pública, como lojas, shoppings, galerias, dentre outros.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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