Como evitar pequenos furtos em condomínios verticais?

Confira dicas de segurança para prevenir este tipo de crime

Enquanto 5% das chances de furtos, em relação à segurança patrimonial, dependem da reação, outros 5% dependem do acaso e 90% das medidas preventivas que tomarmos. Sendo assim, nossos maiores esforços devem se concentrar em prevenção, que chamamos no meio policial de prevenção situacional.

Em rápidas palavras, podemos conceituar a prevenção chamada de “situacional”, naquela que utiliza elementos (Vigilância Humana, Vigilância eletrônica e comportamento positivo do condômino) para reduzir as oportunidades para que o delito ocorra.

A oportunidade pode ser considerada a principal causa de pequenos furtos.

Para praticar um crime, os marginais analisam a oportunidade, levando em conta, de forma rápida, três fatores: esforço, compensação e risco. Sabemos que em edifícios residenciais a maior parte destes furtos de bicicletas, por exemplo, se dá por três espaços de intrusão:

  1. Muros;
  2. Porta de garagem;
  3. Porta de acesso a pé.
Por isso, para dificultarmos a oportunidade para furtos, devemos seguir as seguintes regras básicas:
  1.  Reduza a possibilidade de intrusão por muros através da colocação de dispositivos de sensores de barreiras. São baratos e eficientes;
  2. Para evitar a intrusão por portões de garagem, instale sensores magnéticos e sistema de travas nestes portões, além, é claro, de instalar um sistema de alarmes com sensores de presença no interior de sua garagem, a fim de detectar a presença de intrusos;
  3. Nos acessos a pé deve-se trabalhar com sistemas parecidos, mas, principalmente, deve haver a participação dos moradores para não darem acesso ao seu condomínio para pessoas que não conhecem, mesmo que pareçam ser pessoas de bem ou se digam moradores do condomínio.

Treine sua mente para estas três regras básicas e você estará ajudando a reduzir, em muito, os riscos patrimoniais de seu condomínio.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Áreas comuns de condomínios estão liberadas, mas palavra final é do síndico

Em meio ao conflito entre moradores, cabe ao síndico usar o bom senso; orientação é que decretos municipais balizem decisões

As áreas comuns dos condomínios ficaram fechadas por muito meses e agora, com a maior flexibilização das atividades esportivas e culturais, muitos destes espaços estão sendo reabertos. Para diversos moradores, a mudança é motivo de comemoração, mas, para outros, fonte de preocupação.

Em meio ao conflito dos interesses que sempre variam de morador para morador, cabe ao síndico dar a palavra final. Conforme explica Guto Germano, advogado especialista em direito condominial, cabe a esta pessoa, eleita pelos condôminos para administrar o condomínio, definir as regras para reabertura.

O ideal, porém, é que estas definições sejam balizadas pelas normas estabelecidas por decretos municipais, que são redigidos pelas autoridades considerando o atual cenário da pandemia na cidade – mas que não delimitam, objetivamente, diretrizes para o funcionamento das áreas comuns de condomínios.

“Cada condomínio tem suas características próprias e o síndico, além de estabelecer parâmetros amparados nos decretos, precisa ter bom senso para criar estas regras buscando sempre trazer benefícios e não problemas para esta comunidade”, descreve Germano.

Como exemplo, ele cita a necessidade de avaliar se os espaços comuns serão utilizados com horário previamente marcado pelos condôminos interessados ou, ainda, se o tempo de uso destes locais será reduzido. Para o uso da academia, por exemplo, uma saída é seguir o regramento imposto em decreto para as empresas do ramo.

O mesmo vale para as quadras poliesportivas, cujo uso já está autorizado pela prefeitura. Para a utilização das piscinas, segundo Germano, vale, mais uma vez, lançar mão do bom senso, já que o decreto municipal prevê regras apenas para piscinas com raias, com ocupação na proporção de duas pessoas por raia.

“O condômino também deve lembrar que é dever dele não utilizar as áreas comuns com prejuízo ao sossego, à saúde e à segurança dos demais moradores. Ele pode ser multado se não seguir estas diretrizes”, acrescenta.

EVENTOS

Já para os salões de festa, a titular da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), Letícia Kirchner, orienta os condomínios a seguir o regramento estabelecido para os eventos. As pessoas devem permanecer sentadas, com distanciamento e utilizar máscaras. A lotação máxima é de 40% da capacidade do local e o evento deve ser encerrado até as 23h.

“Os quiosques, que antes deveriam ficar interditados, agora podem voltar a ser utilizados. Para os condomínios, entendemos que a aglomeração nestes locais não pode ultrapassar 10 pessoas, considerando a regra estabelecida para reuniões familiares”, frisa a secretária.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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