Pallets na decoração: 12 ideias incríveis e baratas para repetir em casa

O material ajuda a deixar seu lar mais bonito e moderno e o melhor: você mesma pode fazer!

O uso de pallets na decoração é uma tendência atemporal. O material, supereconômico, pode ser utilizado na fabricação de móveis incríveis. Para as adeptas da onda do “faça você mesmo”, é possível construir os seus próprios itens em casa, basta utilizar a criatividade.

Usados em feiras e fábricas para o transporte de alimentos, por exemplo, os pallets são fáceis de serem encontrados e, muitas vezes, disponibilizados gratuitamente. A partir disso, você pode criar móveis com um visual mais rústico a todos os ambientes da casa ou, então, apostar na pintura do material, a fim de conseguir resultados diferenciados.

Listamos, abaixo, algumas opções. Confira!
Sofá

Os pallets podem ser utilizados na construção dos mais variados modelos de sofá, mesmo para quem tem salas pequenas. Ao unir diversas peças do material, é possível montar um modelo para a família inteira ou até uma sala de cinema particular.

Cama

Uma opção muito econômica para a cama é posicionar o colchão em cima de uma estrutura de paletes. Além de proporcionarem um visual moderno e diferenciado ao quarto, o móvel fica ainda mais charmoso se completado com um conjunto de luzinhas ou uma mesa lateral do mesmo material.

Cabeceira

Para quem já possui o colchão e a base da cama, mas falta a cabeceira, é possível dar um toque especial à decoração do ambiente com um móvel de paletes na traseira da cama. Dependendo do tamanho do material escolhido, é possível ainda utilizá-lo como estante decorativa. A dica sobre as luzinhas também fica um charme nesse caso!

Mesa de centro

Para complementar a decoração da sala de estar, você pode investir em uma mesa de centro feita de pallets. As opções são muitas, a depender do espaço disponível no ambiente. Basta usar a criatividade.

Painel

Um painel para posicionar a televisão é um item que também faz toda a diferença na sala. Essa é uma maneira diferente de decorar as paredes da casa sem a utilização de quadros ou das estantes tradicionais. O resultado fica lindo e moderno!

Estante

Por si só, os livros já dão uma graça a mais na decoração, não é mesmo? Imagina então posicioná-los em uma estante de pallets ao lado de outros objetos de decoração. Vale apostar nos móveis mais baixos, ou mesmo naqueles que ocupam a parede toda.

Balcão

Essas ideias de balcão de pallets são incríveis e deixam a cozinha parecida com aquelas de filme americano. A ilha central é ótima para as refeições rápidas, como o café da manhã, e para servir de apoio ao cozinhar.

Escrivaninha

Está precisando de uma escrivaninha nova para o home office? A boa notícia é que dá para fazer o móvel utilizando paletes e gastando pouco. Seu dia de trabalho ficará muito mais moderno e confortável, já que é possível adaptar o material de acordo com as suas necessidades.

Sapateira

Umas das recomendações para frear a transmissão do coronavírus é deixar os sapatos na porta de casa ao chegar da rua. Para que esses calçados não fiquem todos espalhados e atrapalhem a entrada, a sapateira de pallets é uma solução útil e econômica.

Organizadores de banheiro

Um banheiro organizado exige a presença de nichos e prateleiras para guardar todos os objetos e produtos de uso diário. Os organizadores de paletes são perfeitos para essa função, especialmente nos espaços menores.

Pets

Essa dica é para quem tem pets em casa e quer melhorar o cantinho do animal sem gastar muito. Com criatividade, é possível utilizar os pallets em diversas funções. Bons exemplos são no local da cama ou brinquedo de escalar.

Jardim

Quem disse que os paletes só podem ser utilizados em ambiente interno? Por serem usados, normalmente, como caixotes de feira, o material é extremamente resistente e pode ser aproveitado em todos os cantos da casa. Que tal aproveitar e fazer a sua própria horta doméstica ou, então, um jardim vertical? Aproveite!

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Pandemia faz crescer demanda por síndicos profissionais

Não é possível mensurar em números, mas a pandemia fez crescer a demanda pela contratação de síndicos profissionais nos condomínios residenciais, é o que afirmam especialistas no assunto ouvidos.

No centro da causa, sete meses de confinamento, vizinhos com ânimos acirrados, muitos conflitos para gerenciar e morador que fazia as vezes de administrador pedindo para deixar o cargo.

Síndica profissional especialista em implantação de condomínio e gestão de contratos, Linda Carvalho conta que (entre os moradores) “ninguém quer mais ser síndico” e que, só em outubro, já conta com três solicitações de orçamento para prestação dos serviços. “Antigamente, síndico era aquele condômino aposentado, que podia colaborar. Hoje, exige conhecimento, trabalho, tempo e dedicação”.

Há cerca de um mês, Linda fechou contrato para administrar mais um condomínio, o quarto de sua carteira. Segundo ela, ainda faltava um ano para a gestão do síndico-condômino terminar, “mas, por conta de suas obrigações pessoais, trabalho, profissão, ele não estava mais conseguindo conciliar as atividades. Foi aí que decidiram pela contratação de um profissional. E essa procura tem sido grande”, diz.

“A dificuldade em se eleger um síndico morador está cada vez maior, porque para uma pessoa que não vive profissionalmente desse trabalho, que tem suas obrigações pessoais, falta tempo para ele dedicar ao condomínio a atenção que exige. Já o síndico profissional, como o nome diz, vai exercer a função de forma muito mais assertiva. Hoje, quando esse tipo de discussão chega à assembleia, ela é logo aprovada”.

Depois de trabalhar dez anos como síndica de um residencial, a administradora Fátima Nascimento resolveu, em 2018, abrir a própria empresa de gestão condominial. Atualmente com quatro clientes – três residenciais e um empresarial – e dois colaboradores, Fátima destaca que “hoje condomínio deixou de ser condomínio e se tornou empresa”, exigindo do síndico “habilidades específicas”.

Segundo Fátima, na pandemia foi “comum ver gente assumindo a função de síndico e desistindo logo em seguida, principalmente pela questão da gestão de conflito”. “Porque agora na pandemia foi o que mais houve. Nesse período, por exemplo, recebi ligação das 6h30 da manhã até a meia-noite, diariamente, de condômino fazendo queixa, pedindo solução para a reclamação”.

“Do latido do cachorro do vizinho à obra de reforma fora do horário estipulado, passando pelo volume das lives que, muitas vezes, iam até mais tarde. Teve morador discutindo com funcionário, funcionário pedindo desligamento. Ou porque não houve coleta de lixo no horário acertado, ou porque tocaram na campainha muito forte. Motivos pequenos, mas que ganharam outra dimensão na pandemia”.

“E morador nenhum quer ter de administrar o seu próprio estresse, porque estamos todos vivendo o mesmo momento, e ainda ter de apaziguar os ânimos dos vizinhos, lidar com tudo isso. Pelo contrário”.

Fátima lembra ainda que, por conta da própria crise, outro “movimento” que aconteceu nos últimos meses foi de condomínio “trocando de empresa de gestão condominial grande por pequena”. Seja buscando um “atendimento mais personalizado”, ou mesmo de forma a rever custos, conta Fátima, que conseguiu um novo contrato no início da pandemia, mas fez “várias consultorias nesse período”.

Para o presidente do Sindicato da Habitação na Bahia (Secovi), Kelsor Fernandes, de uma forma geral, a pandemia mexeu com o setor no sentido de que os condomínios precisaram se adaptar muito rapidamente às transformações, agravando alguns “problemas de convívio”, e minando a resistência de alguns. Mas fala que o morador-síndico “com pouco mais habilidade também conseguiu tocar o barco”.

‘Discutido e planejado’

Ainda de acordo com Fernandes, é preciso lembrar, contudo, que mudança de empresa de administração condominial “grande por pequena”; contratação do chamado serviço de portaria remota, entre outros dispositivos no intuito de reduzir as despesas de um residencial, tudo isso precisa ser amplamente discutido e planejado, “pois nem sempre representa economia de custo, quando não um gasto maior lá na frente”.

“As mudanças precisam ser bem pensadas, é preciso reunir o máximo de informação de determinado serviço, sob o risco de desvalorização do imóvel. Quando alguém chega para comprar um apartamento, ele vai olhar o imóvel, suas instalações, mas também a infraestrutura do lugar, a segurança, etc.”.

Responsável pela gestão de “mais de 200 condomínios, 60% deles residenciais, o sócio-diretor na Brandão & Sá, empresa de consultoria contábil e administração condominial, André Pimentel Sá afirma que foi “notória a procura por síndico profissional” agora na pandemia, até mesmo o serviço de auditoria do trabalho desenvolvido por eles.

“Dá muito mais tranquilidade para os moradores (contar com o trabalho de um síndico especialista), diminui o estresse. Ao passo que aumenta a necessidade de acompanhar mais de perto o trabalho realizado pelos profissionais”, afirma.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Assembleia híbrida ou mista é legal? Como funciona?

Uma nova modalidade de assembleias chega para facilitar a vida da comunidade condominial: conheça a assembleia híbrida ou mista.

Você já ouviu falar em assembleia híbrida? Muitos pensam que ela é o mesmo que assembleia virtual, mas não. Esta modalidade de reunião pode ser resumida como uma mistura do ambiente digital e presencial.

No entanto, possui algumas particularidades que devem ser conhecidas. Confira!

O que é assembleia híbrida ou mista?

Nos últimos tempos, a assembleia virtual se tornou uma modalidade popular nos condomínios.

A assembleia virtual é aquela realizada pela internet, desde que não seja proibida pela Convenção Condominial e que tenha a adesão de todos os envolvidos, bem como seu treinamento.

Porém, o que acontece quando os condôminos possuem dificuldades para lidar com tecnologia?

Eles devem ser contemplados, certo? Sim.

E aqui nasce a assembleia híbrida ou mista, que mistura assembleia virtual com o uso de cédulas para votação.

E como funciona esta modalidade de assembleia? Ela pode ocorrer de duas maneiras:

  • Ao vivo: a assembleia presencial ocorre simultaneamente à assembleia virtual, e os debates são realizados ao vivo.
  • Aberta: inicialmente, ocorre uma assembleia em ambiente digital por um prazo determinado, momento em que as pessoas fazem o debate e a deliberação. Ela servirá como uma discussão prévia da assembleia presencial, que ocorre em momento posterior apenas para validação oficial.
É legal? 

Sim. A ocorrência de assembleia híbrida ou mista é legal, de acordo com o sistema jurídico brasileiro. Sua sugestão, porém, se encontra em outro ramo do Direito, que é o Direito Comercial.

O Código Civil não trata da forma pela qual as votações são realizadas. Por isso, advogados sugerem a aplicação analógica da Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/1976).

O artigo 127, parágrafo único, dispõe que

“considera-se presente em assembleia geral, para todos os efeitos desta Lei, o acionista que registrar a distância sua presença, na forma prevista em regulamento da Comissão de Valores Mobiliários”.

O importante, no caso de condomínios, é prevalecer a vontade da coletividade expressa nas leis internas.

Por isso, desde que os preceitos do Código Civil (convocação válida de todos os condôminos e outros) sejam obedecidos, a assembleia mista terá a mesma validade da assembleia presencial.

Quais cuidados devem ser tomados?

O maior cuidado a ser tomado em assembleia híbrida é garantir a ampla participação e a idoneidade dela.

Em um cenário ideal, sua utilização deveria ser aprovada previamente. No entanto, o contexto da pandemia sugere que não ocorra aglomeração. Por isso, o síndico deve buscar formas de implementá-la a distância, como com auxílio da assessoria jurídica do condomínio ou conversas por aplicativos de mensagem com os demais condôminos.

Além disso, a assembleia mista deve ter correta e adequada convocação, ser amplamente comunicada aos condôminos, garantir o exercício de participação e voto dos titulares das unidades, ter rigor para identificar os participantes e registrar tudo o que acontecer na reunião.

Quanto à identificação, pode-se utilizar um sistema de certificação digital, um conjunto de chaves eletrônicas do condomínio (e-mail e token) ou um sistema de login e senha, modo de garantir que houve declaração expressa do condômino.  Ainda, é possível garantir a identificação por meio de transmissão de áudio e vídeo que permita o reconhecimento do titular do voto ou de seu procurador.

A assembleia híbrida é uma boa opção para abranger condôminos que preferem otimizar seu tempo com a tecnologia e condôminos que não lidam bem com as modernidades.

Em qualquer caso, ela deve obedecer aos preceitos básicos da realização das reuniões.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Cuidados com a caixa d’ água e sua garantia de qualidade no verão

Cuidados com a caixa d’ água e sua garantia de qualidade no verão

A qualidade da água sempre foi e sempre será uma preocupação importante ao se tratar da vida em condomínios, independente de se referir ao bem-estar e a qualidade de vida, tendo em vista que é isso que a água proporciona, até mesmo no quesito de prevenção de doenças, como por exemplo, dengue, diarréia, cólera, hepatites, micoses, entre outras.

Em grandes cidades, onde os edifícios são de diversos tipos e tamanhos, precisam se atentar quanto a prevenção na hora de analisar a água das piscinas e caixas d’água, principalmente as cidades que ficam no litoral, pois costumam receber bastante visitantes no verão.

Dessa forma, a Vigilância Sanitária recomenda que a limpeza das caixas d’água seja feita semestralmente. E vale lembrar que nos períodos chuvosos o risco de sujeira acumular nesses ambientes é ainda maior.

Água parada

Os riscos acabam sendo maiores nas cidades litorâneas, pois como recebem muitos condôminos durante essa época do ano, acaba também colocando em risco a vida das pessoas com a questão da água parada. Pois o movimento de pessoas acaba sendo maior em determinados meses do ano, no restante dos meses, o fluxo de pessoas cai consideravelmente, o que acaba fazendo com que a água fique parada por muito tempo, sendo muito importante e necessária a limpeza das caixas d’água e reservatórios.

Os cuidados com a caixa d’água precisam ser feitos por profissionais devidamente capacitados, e empresas que possuem certificação pra prestar os determinados serviços.

É importante que o síndico não coloque a responsabilidade de certos serviços em funcionários que não possuem treinamento e não são capacitados para isso.

Cuidados com a caixa d’água

Existem muitos cuidados que precisam ser tomados com a limpeza e higienização da caixa d’água, listamos alguns deles para ajudar a fiscalizar e orientar o seu condomínio. Veja:

  •  É indicado esfregar as paredes com escova de nylon, aplicando cloro, e fortes jatos de água também são recomendados;
  • Observe a situação em que está o reservatório, verifique se existe rachaduras, se está sempre bem tampado, para impedir que entrem sujeiras e animais;
  • Verifique as condições dos telhados, calhas e canos. Se a caixa estiver instalada no subsolo, confira se ela está bem protegida contra possíveis enxurradas.

Existem muitos outros cuidados que precisam ser tomados em relação a caixa d’ água dos condomínios. Para prevenir que situações piores aconteçam, é importante que o síndico esteja em dia com a manutenção condominial.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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PIX não substitui segurança do boleto na locação e no condomínio

A novidade do PIX, que permitirá transferências de dinheiro e pagamentos instantâneos a qualquer hora ou dia, sem nenhum custo, tende substituir o DOC e o TED por gerar economia.

Entretanto, o PIX não substituirá o boleto que se consagrou pela segurança ao permitir ao credor o controle célere do pagamento, que evita que o devedor pague valor diferente do contratado, e que acarreta ao devedor tranquilidade de não ser cobrado em duplicidade.

As imobiliárias que administram milhares de imóveis passaram a adotar os boletos em decorrência da solicitação dos inquilinos para evitarem custos com o deslocamento que era necessário para pagar a obrigação. Motivados pela comodidade e pelo transtorno de não ser possível encontrar o síndico em casa 24 horas para receber a taxa, os condomínios seguiram o mesmo caminho, ou seja, passaram a adotar o boleto que permite, inclusive, que o credor insira mensagens e orientações relevantes para a segurança da transação.

Portanto, caso o PIX não venha a oferecer um controle de pagamentos para as empresas que necessitam das informações que o sistema de boleto fornece, será impossível evitar os custos decorrentes da sua emissão.

A inovação do PIX é boa para o mercado, mas, por outro lado, facilitará a fraude em diversas situações, podendo gerar prejuízo para quem fornecer, sem a devida cautela, a sua “chave de endereçamento”, que se origina de e-mail, CPF, telefone ou código de números e letras aleatório, chamado de “EVP”, do favorecido pela transferência. O sistema nem começou a funcionar e já circulam notícias de bancos ou terceiros se utilizando desses dados, sem autorização da pessoa, para criar chaves falsas ou à revelia do cliente.

Como de costume, haverá aqueles que insistirão em não pagar os custos de emissão do boleto bancário, tentando ignorar que assumiram tal compromisso ao assinarem o contrato, entre eles, o de locação, compra ou, no caso do condomínio, a ata da assembleia que aprovou que o credor receberá o crédito somente por meio do boleto que contém os dados que permitem o controle de quem se encontra inadimplente ou em dia.

Quanto à legalidade da tarifa que o banco cobra para emitir o boleto, o STJ pacificou o entendimento de que entre locador e inquilino não há relação de consumo, pois essa é regulada pela Lei do Inquilinato 8.245/1991.

Por ser direito disponível, cabe ao inquilino assumir tal pagamento, com base no art. 327 do Código Civil, que trata “Do lugar do pagamento”, pois tal sistema foi adotado para facilitar a quitação do aluguel por parte do devedor. Além disso, o inciso VIII, do art. 22 da Lei 8.245/1991 permite a contratação que transfere essa taxa ao inquilino. Há inúmeras decisões judiciais confirmando as leis que regulam essas relações não se sujeitam a nenhuma resolução ou portaria do Banco Central.

Por todos serem obrigados a respeitar a CF, o ato jurídico perfeito, a hierarquia e a especialidade das normas, o contrato prevalece em prol da segurança jurídica.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Festas de final de ano: decoração requer cuidados com rede elétrica

Com a chegada do Natal, aumenta a busca por decorações para casa; enfeites que requerem conexão com energia elétrica precisam ter segurança avaliada 

O fim de ano está chegando e, com as festas, também surgem as decorações de Natal. Em algumas regiões do país, o comércio já está vendendo itens natalinos para decoração. Uma parte dessas decorações precisa de energia elétrica, e é aí que o consumidor precisa ter cuidado e avaliar as melhores opções.

Dados da Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade), revelam que o número de acidentes em decorrência de choques e incêndios de origem elétrica chegou a 1.662 em 2019 – gerando 821 mortes.

Ainda segundo a entidade, luzinhas com fios desencapados, pisca-pisca próximo a paredes, cortinas e mobiliário, uso de decorações fora dos padrões de segurança – principalmente com os plugues mais antigos, acabam gerando incêndios e choques elétricos.

Tomadas e plugues: itens que necessitam atenção É preciso observar se pisca-piscas e outras decorações de Natal utilizam plugues em conformidade com o padrão exigido no Brasil. As tomadas também devem atender normas técnicas para que sejam seguras.

Um dos problemas recorrentes desses produtos são os curtos-circuitos – que podem ocorrer tanto por conta de plugues, como pela utilização de tomadas não-adequadas. No caso dos plugues, o uso de materiais de baixa qualidade, ou com pinos no padrão antigo – comuns ainda em materiais importados de fábricas na Ásia e que não passam por certificação para serem vendidos localmente, podem causar defeito e gerar desde choques até incêndios.

As tomadas também precisam estar em conformidade com as normas brasileiras. Por exemplo, existem lâminas internas que fazem o contato com os pinos do plugue. Defeitos de fabricação podem fazer com que haja “folga” entre a lâmina e o plugue, gerando faíscas dentro da tomada.

Outro problema são as tomadas com folgas nas peças, e que “desmontam” quando o plugue é retirado. A má fabricação pode levar ao deslocamento interno da fiação: basta um pequeno contato para provocar um curto-circuito.

Certificação e conformidade

“A única maneira de o consumidor evitar aborrecimentos e acidentes é verificando se as decorações de Natal e tomadas em sua casa atendem aos requisitos técnicos de segurança adotados no Brasil”, explica Emerson Baroni, da TÜV Rheinland, empresa especializada em certificação e ensaios de fios, cabos, plugues e tomadas.

De acordo com Emerson Baroni, o consumidor deve sempre buscar o Selo de Conformidade do INMETRO nos materiais. “Isso garante que o fabricante está seguindo o padrão de qualidade necessário”, explica. O selo geralmente é estampado no produto.

O processo de certificação de plugues e tomadas abrange a avaliação e aprovação do Sistema de Gestão da Qualidade do fabricante, acompanhamento por meio de auditorias na expedição do fabricante e ensaio em amostras. O certificado é válido por dois anos e, para a manutenção do certificado, são feitas auditorias e ensaios de acompanhamento a cada seis meses, conforme previsto por portaria do INMETRO.

É preciso verificar também, nos casos em que o produto utiliza alguma comunicação sem fio, como Wireless e Bluetooth, se ele possui a homologação ANATEL, o que oferece ainda mais garantia e segurança, de acordo com Baroni.

“Às vezes o preço barato esconde má fabricação ou materiais de baixa qualidade, e que podem expor as pessoas a riscos. No final, o barato pode sair muito caro, principalmente quando falamos de equipamentos elétricos. Todo cuidado é pouco”, finaliza o especialista.


Fonte: Portal Viva o Condimínio
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Como evitar pequenos furtos em condomínios verticais?

Confira dicas de segurança para prevenir este tipo de crime

Enquanto 5% das chances de furtos, em relação à segurança patrimonial, dependem da reação, outros 5% dependem do acaso e 90% das medidas preventivas que tomarmos. Sendo assim, nossos maiores esforços devem se concentrar em prevenção, que chamamos no meio policial de prevenção situacional.

Em rápidas palavras, podemos conceituar a prevenção chamada de “situacional”, naquela que utiliza elementos (Vigilância Humana, Vigilância eletrônica e comportamento positivo do condômino) para reduzir as oportunidades para que o delito ocorra.

A oportunidade pode ser considerada a principal causa de pequenos furtos.

Para praticar um crime, os marginais analisam a oportunidade, levando em conta, de forma rápida, três fatores: esforço, compensação e risco. Sabemos que em edifícios residenciais a maior parte destes furtos de bicicletas, por exemplo, se dá por três espaços de intrusão:

  1. Muros;
  2. Porta de garagem;
  3. Porta de acesso a pé.
Por isso, para dificultarmos a oportunidade para furtos, devemos seguir as seguintes regras básicas:
  1.  Reduza a possibilidade de intrusão por muros através da colocação de dispositivos de sensores de barreiras. São baratos e eficientes;
  2. Para evitar a intrusão por portões de garagem, instale sensores magnéticos e sistema de travas nestes portões, além, é claro, de instalar um sistema de alarmes com sensores de presença no interior de sua garagem, a fim de detectar a presença de intrusos;
  3. Nos acessos a pé deve-se trabalhar com sistemas parecidos, mas, principalmente, deve haver a participação dos moradores para não darem acesso ao seu condomínio para pessoas que não conhecem, mesmo que pareçam ser pessoas de bem ou se digam moradores do condomínio.

Treine sua mente para estas três regras básicas e você estará ajudando a reduzir, em muito, os riscos patrimoniais de seu condomínio.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Áreas comuns de condomínios estão liberadas, mas palavra final é do síndico

Em meio ao conflito entre moradores, cabe ao síndico usar o bom senso; orientação é que decretos municipais balizem decisões

As áreas comuns dos condomínios ficaram fechadas por muito meses e agora, com a maior flexibilização das atividades esportivas e culturais, muitos destes espaços estão sendo reabertos. Para diversos moradores, a mudança é motivo de comemoração, mas, para outros, fonte de preocupação.

Em meio ao conflito dos interesses que sempre variam de morador para morador, cabe ao síndico dar a palavra final. Conforme explica Guto Germano, advogado especialista em direito condominial, cabe a esta pessoa, eleita pelos condôminos para administrar o condomínio, definir as regras para reabertura.

O ideal, porém, é que estas definições sejam balizadas pelas normas estabelecidas por decretos municipais, que são redigidos pelas autoridades considerando o atual cenário da pandemia na cidade – mas que não delimitam, objetivamente, diretrizes para o funcionamento das áreas comuns de condomínios.

“Cada condomínio tem suas características próprias e o síndico, além de estabelecer parâmetros amparados nos decretos, precisa ter bom senso para criar estas regras buscando sempre trazer benefícios e não problemas para esta comunidade”, descreve Germano.

Como exemplo, ele cita a necessidade de avaliar se os espaços comuns serão utilizados com horário previamente marcado pelos condôminos interessados ou, ainda, se o tempo de uso destes locais será reduzido. Para o uso da academia, por exemplo, uma saída é seguir o regramento imposto em decreto para as empresas do ramo.

O mesmo vale para as quadras poliesportivas, cujo uso já está autorizado pela prefeitura. Para a utilização das piscinas, segundo Germano, vale, mais uma vez, lançar mão do bom senso, já que o decreto municipal prevê regras apenas para piscinas com raias, com ocupação na proporção de duas pessoas por raia.

“O condômino também deve lembrar que é dever dele não utilizar as áreas comuns com prejuízo ao sossego, à saúde e à segurança dos demais moradores. Ele pode ser multado se não seguir estas diretrizes”, acrescenta.

EVENTOS

Já para os salões de festa, a titular da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), Letícia Kirchner, orienta os condomínios a seguir o regramento estabelecido para os eventos. As pessoas devem permanecer sentadas, com distanciamento e utilizar máscaras. A lotação máxima é de 40% da capacidade do local e o evento deve ser encerrado até as 23h.

“Os quiosques, que antes deveriam ficar interditados, agora podem voltar a ser utilizados. Para os condomínios, entendemos que a aglomeração nestes locais não pode ultrapassar 10 pessoas, considerando a regra estabelecida para reuniões familiares”, frisa a secretária.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Os riscos das festas na propagação da Covid-19

A pandemia do coronavírus tem tirado o sossego de muita gente. Mas o que as pessoas não prestaram atenção é que muitos dos surtos da COVID-19 que aconteceram tiveram como ponto inicial as celebrações familiares.

Basta uma pessoa infectada para propagar a doença por diversas regiões, tendo em vista que segundo informações dos órgãos de Saúde do mundo todo, toda a superfície que essa pessoa tocar poderá ter sido contaminada.
O começo dos surtos

As autoridades perceberam que os surtos locais da doença surgiram após festas ou grandes celebrações, sejam elas familiares ou não, em espaços abertos ou até mesmo ao ar livre. As pessoas não conseguem se manter distantes dos amigos e parentes, não conseguem evitar os beijinhos, os abraços, as danças, as conversas na roda. São muitos costumes que os seres humanos possuem, e não conseguem se controlar nem mesmo em tempo de pandemia.

Diversos casamentos aconteceram pelo mundo, no começo da pandemia, e segundo relatos, foram eventos que desencadeado alguns surtos de Covid-19. E não foram só os casamentos, como aniversários, celebrações religiosas, festas, carnaval e festivais também foram propagadores do vírus. E é sempre dessa forma: uma situação que resulta  em dezenas de casos, e a partir daí, outras centenas de pessoas passam a ser contagiadas, e dão continuidade à propagação do coronavírus.

Alguns países ainda estão mantendo proibidos os eventos de grande porte, mas mesmo assim, os pequenos eventos como, bares, clubes, reuniões particulares ainda são perigosas, pois as regras de distanciamento e higienização nem sempre são obedecidas.

As pessoas continuam busca do se encontrar, procuram a companhia de amigos e familiares, vão a eventos esportivos e culturais. Logo mais chegará o Natal e o Ano Novo, e as pessoas não aguentam mais esse período de ‘isolamento social’. E agora com o retorno das chuvas em algumas regiões fica mais difícil de manter a população em lugares abertos e arejados.

O que dizem os especialistas?

De acordo com especialistas, um infectado transmite a doença para um número grande de pessoas. Mas a pessoa infectada não tem culpa, pois muitas vezes ela ainda não sabe que já contraiu a doença, portanto acaba colocando em risco a vida de outras pessoas sem saber. Isto é, o infectado pode transmitir a doença para muitas pessoas sem ainda nem ter começado a sentir os sintomas.

Segundo algumas pesquisas, muitas pessoas não apresentam sintomas, ou se tiverem são bem leves, é assim fica difícil de perceber que estão infectados e que podem contagiar mais pessoas. Por outro lado, existem pessoas que tem predisposição para disseminar o vírus, e já outras parecem que são totalmente oposto. Isso varia de acordo com o sistema imunológico de cada pessoa e de como o vírus se comporta no corpo.

O que acontece é que mesmo estando no 6º mês de pandemia, com isolamento social declarado no país, o coronavírus ainda é cheio de mistérios. Não é à toa que existem muitas informações cruzadas, que acabam deixando as pessoas perdidas e inseguras. O mais certo a se fazer é continuar mantendo a calma, ter paciência, se cuidar, seguir as recomendações básicas de saúde e higienização, utilizar máscaras e álcool em gel, evitar aglomerações, o máximo que puder. E não menos importante, cuide do próximo também!

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Multas de condomínios: como são aplicadas e quais são os valores?

O síndico deve conversar primeiro com o suposto infrator, e somente baseado nas provas e registros, notificar ou punir.

Multas de condomínios: como são aplicadas e quais são os valores?

As multas de condomínios são sempre tema para conflitos, por sua complexidade e divergências em torno de sua aplicação. Além disso, geram muitas dúvidas. Entre as mais comuns está o valor a ser cobrado. De acordo com a especialista em direito imobiliário, Rita Nascimento, tudo deve ser combinado durante as assembleias, mas seguindo rigorosamente os decretos brasileiros e cumprindo ainda o limite máximo determinado.

“Geralmente os valores de multas estão previstos na convenção condominial, de acordo com o que o Código Civil brasileiro afirma em seu Art. 1.336. Para a manutenção dos prédios, prevê-se que, ao cometer infrações, o condômino estará sujeito ao pagamento de multas previamente acordadas em contrato (convenção) ou assembleia. Vale mencionar que a quantia a ser paga não poderá ultrapassar cinco vezes o valor da mensalidade do condomínio, independente do tipo de infração realizada pelo morador”, esclarece Rita.

No entanto, a primeira punição deve ser a de valor mais baixo, para que assim o valor possa crescer em caso de reincidência. Além do mais, a especialista aponta que existe uma gama de normas dentro das comunidades prediais, sendo algumas mais comuns na ocorrência de descumprimento dos moradores.

“Viver em condomínio é um exercício diário de empatia, cidadania e respeito. Não é uma tarefa fácil, pois estamos falando de várias pessoas que resolvem dividir uma determinada área comum e, muitas vezes, o síndico esbarra em problemas diários, como inadimplência, segurança, barulho, animais domésticos e garagem. O condômino precisa compreender que é extremamente necessário cumprir as regras condominiais e as boas práticas. Os direitos e deveres estão previstos na convenção condominial e na própria Lei no Art. 1.335 do Código Civil Brasileiro”, explica a profissional.

Penas específicas

O valor da multa não pode passar de cinco vezes o valor da taxa condominial. Mas há o caso do condômino antissocial, aquele que sempre comete desrespeito ao regulamento interno e à convenção do condomínio. Portanto, para multá-lo é necessária a permissão da assembleia. Nesse caso, a punição pode chegar a até dez vezes o valor da contribuição mensal.

Quando aplicar as multas

Os valores das infrações podem ser cobrados a cada ato infracional, mas somente quando consta na ata de regulamento. Caso contrário, pode ser recorrida com a administração ou durante as reuniões de condomínio. “As penalidades precisam ser aplicadas de acordo com o que está previsto no regulamento interno. O síndico precisa avaliar a situação, ter o registro da ocorrência e seguir o regulamento interno para não colocar o prédio em risco jurídico”, afirma.

Existem diversas formas de aplicar as punições e as ações podem ser advertidas previamente e negociadas para comum acordo. “É possível aplicar uma pena direta, desde que esteja prevista na convenção do condomínio, mas o ideal, e mais indicado, é que o síndico busque conversar primeiro com o suposto infrator e somente baseado nas provas e registros, notificar ou multar.”

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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