Segurança de Condomínio Residencial: Conceitos e Definições

Segurança de Condomínio Residencial é um Sistema Integrado de Segurança voltado para garantia da Segurança Física de um conjunto de residências estabelecidas dentro de um mesmo Perímetro de Segurança Física.

O que é Segurança de Condomínio Residencial?

Segurança de Condomínio Residencial é um Sistema Integrado de Segurança voltado para garantia da Segurança Física de um conjunto de residências estabelecidas dentro de um mesmo Perímetro de Segurança Física.

Perímetro de Segurança compreende a linha que contorna a área do terreno onde esta localizado o condomínio e delimita a área interna e área externa.

A delimitação do perímetro de segurança é feita por meio de Barreiras Físicas que evidenciam os limites de acesso a serem protegidos.

Sistema Integrado Segurança de Condomínio Residencial

Sistema Integrado de Segurança pode ser compreendido como sendo as Medidas de Segurança Física, de Segurança Eletrônica e os Procedimentos Internos de Segurança, implantados no condomínio.

O objetivo do sistema integrado de segurança é de proporcionar a sensação e as condições de segurança desejadas.

Um sistema de segurança de condomínio deve levar em consideração além da tecnologia disponíveis,  a arquitetura do local.

Outro ponto fundamental é o cumprimento de procedimentos internos por parte dos moradores e visitantes do condomínio.

Deve-se ter em mente que todos os moradores desempenham um papel importante e interdependente no sistema de segurança implantado.

Espera se dos moradores hábitos adequados de segurança  a fim de contribuir de forma positiva para a segurança do condomínio.

O descumprimento de qualquer procedimento interno por parte de um morador irá comprometer todo o sistema de segurança implementado.

Plano de Segurança de Condomínio Residencial

A elaboração deu um Plano de Segurança para Condomínio Residencial requer profissionalismo e competência adequada, falhas ou negligencias acarretam riscos de vida a seus moradores.

O Plano de Segurança para Condomínio Residencial, deve ser procedido de identificação e avaliação dos potenciais Riscos e Ameaças para Segurança do Condomínio.

O planejamento da segurança deve prever sistema de proteção do perímetro integrado a câmeras, guaritas blindadas e com banheiro, passador de volumes, entradas de condôminos e visitantes comclausuras separadas e vagas exclusivas para veículos de visitantes.

Deve haver um portão para entrada e outro para saída de veículos, com clausura, também monitorados por câmeras.

No planejamento de um sistema de segurança, é importante considerar ainda a logística de serviços do prédio, como:

  • a saída do lixo;
  • prestadores  de serviço;
  • fluxo de entregadores e
  • funcionários das empresas de  luz, água, telefonia e gás.
Controle de Acesso Físico

Uns dos principais pontos da segurança de condomínio residencial é o controle de acesso, que requerem investimentos adequados.

A  Portaria dos Condomínios devem ser projetadas e construídas de forma a proporcionar um adequado controle de acesso.

Nas ações criminosas, a portaria do condomínio é o primeiro alvo dos marginais e também seu maior obstáculo.

A portaria do condomínio deve ser projetada e utilizada como ponto estratégico para segurança.

A postaria deve reunir equipamentos de última geração, mão de obra qualificada e procedimentos de segurança adequados.

Procedimentos e Normas de Segurança

A atividade de segurança de condomínio deve ser suportadas e amparadas por procedimentos internos e normas de segurança.

Os procedimentos e normas de segurança devem ser:

  • Aprovadas em assembléia do condomínio, para garantir sua eficiência.
  • Seguidos por todos que desejarem ou precisarem entrar no condomínio.
  • Divulgados através de campanhas internas para potencializar sua aplicação.
Conclusão

O que motiva ação criminosa  é a possibilidade de ganhos fácil e a fragilidade aparente do sistema de segurança existente.

Quanto maior  o número de obstáculos que um marginal tiver de enfrentar para a invasão, menor será a possibilidade de que ele opte por agir num determinado local.

A segurança de condomínio residencial deve se basear na teoria dos círculos concêntricos, aplicada nos castelos medievais.

Os condomínios devem fazer uso dos diversos meios de segurança física disponíveis a fim de desmotivar potenciais criminosas.

A segurança de condomínios residencias envolve gestão de riscos e adoção de medidas de segurança constantes conforme evolução das técnicas  adotadas pelos marginais.

Deve ser programa ao menos uma revisão anual do plano de segurança adotado no condomínio a fim de adequar suas medidas a realidade do momento.

O plano de segurança, e suas revisões, devem ser feitas por profissionais qualificados e experientes nos assuntos relacionados a Atividade de Segurança Privada.

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Sem identificar, síndico precisa informar que tem morador com Covid

Faz quase 90 dias que o isolamento social foi iniciado como medida para combater a pandemia de Covid-19, mas ainda tem muitos assuntos que geram dúvidas. Síndico precisa informar que tem morador com Covid

Um deles é sobre a necessidade de avisar ou não nos condomínios que um dos moradores testou positivo para a doença e como informar o fato. Ainda que não tenha lei municipal ou estadual exigindo que o morador avise ao síndico e que o síndico avise aos outros condôminos, o recomendado é que o fato seja compartilhado, mas com os devidos cuidados.

O presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-BA), Kelsor Fernandes, recomenda que a pessoa que está contaminada avise ao síndico para que ele possa tomar as medidas cabíveis. Para os síndicos, ele ressalta que “é uma obrigação comunicar aos condôminos que alguém está infectado. E reforçar os cuidados no condomínio”.

Quem passou pela situação foi o síndico profissional Roque Teixeira, que conta que um morador de um dos condomínios que ele gerencia contraiu a doença. O síndico fala que logo preparou um comunicado para o resto do condomínio avisando da situação e o colou nas áreas comuns.

“Com um caso confirmado, temos que reforçar os cuidados e monitorar o morador. Aumentamos a higienização do condomínio, pedimos para os moradores reforçarem os cuidados, e que o habitante infectado se isole e siga as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, conta Roque. Outro cuidado que o síndico profissional tomou foi o de não revelar o nome da pessoa contaminada no comunicado.

Atitude que é reforçada pelo advogado especialista em direito imobiliário Thiago Badaró. Ele explica: “O morador diagnosticado com Covid-19 pode comunicar ao síndico que contraiu a doença. Porém o síndico sem autorização do morador não pode informar aos demais moradores quem é o morador infectado, sob pena de violar a intimidade e a vida privada, e em alguns casos até a honra daquele morador infectado, como previsto no artigo 5º , inciso X da Constituição”, explica.

O síndico profissional Robson Carvalho é consultor em um condomínio em que dois moradores testaram positivo para a doença causada pelo novo coronavírus. “Assim que descobrimos, avisamos aos moradores. Redigimos um comunicado e colocamos nos elevadores e mandamos via aplicativos de mensagens. Não revelamos o nome do morador, nem a unidade em que mora”. Além disso, ele fala que reforçou as medidas de higienização no condomínio.

Propagação de doença

O advogado Thiago Badaró afirma que não existe lei municipal ou estadual específica sobre a necessidade de informar ao síndico sobre a contaminação do Covid-19, mas que existem artigos do Código Penal que podem ser usados para se resguardar, caso a pessoa doente não esteja tomando os cuidados necessários.

Ele indica os artigos 267 e 268 do Código Penal. O primeiro, de acordo com ele, indica que quem propaga doença contagiosa criando perigo para vida ou grave lesão de saúde ou integridade física de um número indeterminado de pessoas comete crime de propagação de doença contagiosa. Enquanto o segundo pune a infração de medida sanitária preventiva, ou seja, a determinação do poder público destinado a impedir a introdução ou propagação de doença contagiosa, como fala o advogado.

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Lockdown: como o condomínio pode ser afetado

Existem algumas grandes cidades no Brasil que são exemplos de situações de lockdown, que significa ‘fechamento total’.
Lockdown: como o condomínio pode ser afetado

Essa norma acarreta em restrições mais severas em relação ao isolamento social, nesse período de pandemia do novo coronavírus, a fim de prevenir a propagação da doença, e evitar que o sistema de saúde do país entre em crise.

Quando o lockdown é decretado, as pessoas não podem sair de casa a não ser os profissionais de serviços essenciais, ou pessoas que tenham um motivo plausível, como por exemplo, precisam sair para comprar alimentos e medicamentos ou precisam ir ao médico ou hospital.

Muitos países decretaram lockdown com o propósito de conter a pandemia, são eles: Austrália, Canadá, China, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Reino Unido e Espanha.

E algumas cidades também viram no ‘fechamento total’ um meio para proteger as pessoas do novo coronavírus.

Diante disso, os condomínios precisam adotar algumas deliberações para não criar um alvoroço ainda maior. Por mais que as normas variem de acordo com as imposições dos decretos de cada município ou estado.

Lembrando que todo os síndicos devem se preparar para uma situação como essa, pois a qualquer momento isso pode acontecer.

Mas como o fechamento total pode atingir um condomínio?

Já que os condôminos deverão evitar qualquer circulação desnecessária, para se proteger da COVID-19, essa circunstância também deve valer para dentro dos condomínios e suas áreas comuns.

Não só vale para os condomínios, como também para os funcionários e prestadores de serviços do condomínio.

O síndico terá que verificar a escala, se preparar quanto ao controle de acesso, e se necessário mandar comunicados aos condôminos para que todos estejam cientes dos acontecimentos.

Outras questões deverão ser levantadas, tais como:

  • Deve ser proibida a entrada de visitantes no condomínio;
  • Os funcionários precisam providenciar e ter em mãos documentos para caso acontece uma fiscalização;
  • É recomendado que o síndico alinhe a escala de trabalho dos funcionários, já pensando nas diferentes possibilidades de situação, principalmente já se antecedendo a uma redução de funcionários;
  • Verifique as manutenções dos equipamentos essenciais;
  • Verifique quanto a limpeza das áreas mais utilizadas pelos condôminos;
  • E por último, não menos importante, o síndico precisa se manter firme no cumprimento dos decretos e nas regras exigidas, para reduzir a circulação das pessoas, e colaborar o isolamento social dentro dos condomínios.

As cidades que já presenciaram o lockdown já sabem como se comportar, porém as cidades que ainda não passaram por isso, precisam ter informações de como proceder, e principalmente informar a população, para que possam lidar da melhor forma possível com o ‘fechamento total’.

Fonte: Portal Viva o Condmínio

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Corona vírus nos condomínios

Com os moradores passando mais tempo em casa, as reclamações tendem a aumentar entre os vizinhos. Um especialista conta ao Fantástico quais pequenas atitudes podemos tomar para ajudar na boa convivência entre todos.

A harmonia e o respeito entre condôminos é cada vez mais necessária, já que a maioria dos brasileiros está em casa, vivendo em isolamento, por conta da pandemia causada pela Covid-19.

Com os moradores passando mais tempo em casa, as reclamações tendem a aumentar. O advogado especialista em condomínios Márcio Rachkorsky, dá 7 dicas de como agir em casa durante quarentena e fazer com que os dias sejam mais leves para todos.

Veja abaixo um pequeno manual da boa vizinhança:

1 – Converse e oriente a sua família
Junte todo mundo que mora na sua casa e converse sobre a situação. Reforce a importância do respeito e da tolerância com os vizinhos neste momento.

2 – Evite deixar os animais presos

Os animais presos em varandas ou cômodos ficam estressados. Isso não é bom para a saúde dos bichinhos. Além disso, o latido permanente, por exemplo, pode incomodar os vizinhos.

3 – Evite som muito alto
Som alto, seja de música, televisão, videogame, pode incomodar quem mora próximo de você. É importante pensar e agir com moderação e principalmente, respeitar a Lei do Silêncio, depois das dez da noite.

4 – Atenção ao volume de conversas em janelas e varandas
Agora, mais do que nunca, estamos usando mais as janelas e varandas. O especialista orienta que é importante prestarmos atenção ao volume dessas conversas, para que não incomodem os vizinhos, principalmente após as dez da noite.

5 – Evite pequenas obras ou reformas
Não é hora de fazer isso em casa, afirma o especialista. Barulhos de furadeira e martelo, podem se tornar um pesadelo na vida de quem está trabalhando de casa. Empatia é tudo nesse momento.

6 – Cuidado com pequenos barulhos
Cuidados na hora de usar o liquidificador, secador de cabelo, ou andar de salto alto em pisos de madeira, podem ser boas ações com os vizinhos. Fique atento (a) aos horários.

7- Evite incomodar demais o síndico
Através do diálogo, tente resolver os atritos direto com o seu vizinho, e só acione o síndico em último caso.

Fonte: Portal Viva o Condomínio


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Dedetização: veja dicas para evitar transtornos

Como todo bom síndico sabe, a época de maior proliferação de pragas e vetores é na primavera e no verão. Mas nem por isso, nas demais estações do ano, devemos nos descuidar da prevenção desses insetos, afinal de contas ratos, baratas e outras pragas se reproduzem o ano todo.Além disso, existe um consenso de que é necessário contratar serviços de dedetização a cada seis meses. Portanto, não espere até os meses mais quentes para agir. A contratação de uma empresa especializada para lidar com os pesticidas exige muita atenção por parte do síndico. Afinal de contas, os inseticidas são venenos e se não forem manuseados de forma profissional podem pôr em risco moradores, colaboradores e os próprios profissionais prestadores do serviço.

 

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Quanto custa e quais os cuidados para ter um playground no condomínio.

Os preços são bem variados. Segundo a Krenke Brinquedos, empresa catarinense especializada na fabricação, comercialização e montagem de parquinhos completos (aqueles com passarelas e casinhas), o valor varia de acordo com a metragem da área que abrigará os brinquedos e o tipo de modelo escolhido, mas pode custar de R$ 9 mil, instalado em uma área de 25 m², até R$ 70 mil, com 400 m².

Uma opção mais em conta, mas que depende de uma manutenção mais frequente, é a de parquinhos em madeira. Outra empresa de Santa Catarina, a Disneylândia Parques Infantis, trabalha com madeira nobre, faz um projeto arquitetônico para o condomínio e possui certificação. De acordo com a empresa, há projetos a partir de R$ 500, mas a média de parquinhos para condomínios está na faixa de R$ 1 mil a R$ 4 mil. A manutenção deve ser anual. “Mas o valor varia muito do que você quer, já fizemos playground que custava R$ 200 mil”, conta um vendedor.

Fonte: Gazeta do Povo

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Aumenta a importância de bicicletários nos condomínios.

O ciclismo é uma prática que vem crescendo nos últimos anos, fazendo aumentar o número de bicicletas entre os moradores de condomínios. E com a busca de uma vida mais saudável nas grandes cidades, a tendência é que esse número não pare de crescer.

Mas, se o apartamento é pequeno e na vaga de garagem não é possível, onde guardar as bikes? É preciso levar em conta que numa mesma família pode haver várias bicicletas e os apartamentos hoje são cada vez menores. É aí que surge a necessidade de levantar a discussão sobre a criação de um bicicletário.

Legislação 

Algumas cidades no Brasil até já aprovaram lei obrigando condomínios a destinarem um espaço para a instalação de bicicletário. Em São Paulo, por exemplo, construções novas e reformas de prédios residenciais e comerciais devem reservar até 10% das vagas de garagem para estacionamento de bicicletas.

Discussão 

O primeiro passo seria levantar quantos moradores têm esta necessidade dentro do condomínio e convocar uma assembleia para discutir o assunto. É preciso analisar muito bem a necessidade e também o tipo de bicicletário a ser implantado, pois em muitos condomínios o espaço de área comum é restrito.

Quórum 

O quórum necessário para a benfeitoria varia entre maioria simples dos presentes – quando nenhuma área comum do condomínio será alterada – para dois terços dos condôminos, se houver a necessidade de mudar uma área comum. Essa aprovação de 2/3 serve para realizar a adequação da convenção.

Regras 

Aprovada a instalação, é importante que o local tenha suas regras para evitar furtos, má utilização e outros problemas.

Local 

Especialistas apontam que a instalação deve ser feita perto das áreas de saída do condomínio, para facilitar a mobilidade.

Cadastramento 

É recomendável que o local seja fechado com chave e haja um cadastramento das bikes e seus proprietários.

Sinalização 

É fundamental que a área seja sinalizada para que não seja invadida por motos e carros.

Piso 

A pavimentação deve ser adequada para evitar acidentes com ciclistas ou avariações nas bicicletas.

Tipos 

Há dois tipos de bicicletário: os de chão e os de parede. Escolher os suportes e materiais mais adequados é fundamental para a segurança.

Responsabilidade 

Lembre-se que o condomínio não fica responsável por danos ou furtos das bicicletas apenas por ter um local para sua guarda. Essa responsabilidade só é passada ao empreendimento caso o bicicletário fique trancado – e que apenas o zelador possa abrir ou fechar o local.

Organização 

É importante criar um regulamento específico para o local, definindo regras e responsabilidades, e com aprovação em assembleia (maioria simples). Isso pode evitar futuros transtornos, como a utilização incorreta de outros espaços para guardar as bicicletas.

Tags 

Uma ideia é o uso de tags nas bikes, que mostrem quem, a que unidade e bloco pertencem. Também é recomendável que todas as bicicletas sejam trancadas com cadeado.

Recadastramento 

É recomendável também que a cada seis meses o condomínio faça uma campanha de recadastramento das bicicletas, evitando assim que equipamentos velhos de moradores que já se mudaram ocupe o espaço que poderia abrigar outra bike.

Fonte: Portal viva o condomínio

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Blocos de concreto na sua decoração

Decoração é um assunto sempre recorrente quando pensamos em reformar algo em casa e, assim como a moda, tem tendências que surgem a todo o momento e tomam espaço nas lojas e sites de referências sobre o assunto. Atualmente, a decoração industrial ou com um toque de construção rústica aparente tem ganhado visibilidade e despertado o interesse dos mais antenados em decoração.

Os blocos de concreto são materiais simples e fáceis de encontrar, com preço em conta e que geralmente não exigem muitos materiais para dar um up na decoração. São úteis como base para a confecção de mesas, que podem ser utilizadas na área externa ou interna, racks para TV e acessórios ou mesas de centro para sala, e até mesmo como suporte para camas.

Listamos para você algumas ideias que podem ser replicadas em casa sem muita dificuldade. Confira algumas referências para se inspirar.

Já pensou em criar uma mesa para sua área de trabalho com 8 blocos de concreto e uma ripa de madeira? Pois saiba que é possível, usável e também muito barato fazer uma como a da foto. Você só precisa escolher blocos vazados em quantidade suficiente para a altura que você deseja. Feito isso, basta providenciar uma ripa de madeira como as utilizadas em prateleiras, com largura suficiente para ficar apoiada sobre os blocos. Prontinho, sua mesa está pronta para usar. Opte por lugares que tenham tomadas fáceis e uma boa iluminação. Bom trabalho.

Fonte: Portal viva o condomínio.

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