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Visita no condomínio requer cuidados

Recomendações como usar máscara e evitar aglomeração permanecem; entrada pode ser barrada.

Nos últimos meses, os condomínios têm incorporado medidas de acordo com a situação da pandemia e a sua própria estrutura. Em geral, as regras estão sendo flexibilizadas gradualmente. Como há risco de contaminação, a presença de visitantes é acompanhada por uma série de recomendações em prol da saúde de todos.

Lourdes Lima, 63 anos, é síndica de um condomínio em Pirituba (zona norte de São Paulo) com 102 unidades. O fluxo de visitantes caiu pela metade nos últimos tempos, e atualmente continua baixo. “Um ou outro morador recebe visita”, diz.

Ela conta que os visitantes só podem entrar de máscara e há álcool em gel disponível na portaria.

As normas de segurança foram comunicadas para todos os moradores por meio de circulares e também foram colocadas nas entradas do condomínio. “É importante porque a gente nunca sabe quem está infectado.”

“No condomínio tem que haver equilíbrio para tudo”, diz o advogado Alexandre Berthe. Ele explica que cada condomínio decide quais medidas irá adotar e recomenda que o protocolo sanitário seja aprovado em assembleia. Também é importante que o proprietário avise o visitante sobre os cuidados do condomínio e que o prédio tenha placas comunicando as regras adotadas. Além disso, festas e aglomerações devem ser evitadas.

Para o advogado João Paulo Rossi Paschoal, o momento é mais confortável do que no início da pandemia, com menos reclamações e conflitos, mas ainda pede cautela. “Nós tivemos uma curva de aprendizado desde março”, diz. Entre as medidas que passaram a fazer parte da rotina estão o uso de máscaras, intensificação da limpeza e equipamento de proteção individual para funcionários.

O advogado explica que o uso de áreas comuns que já foram reabertas mediante agendamento, como quadra e academia, costuma ser direcionado apenas a moradores.

“A maioria está tomando cautelas e favorece condôminos, e não quem é de fora”, afirma Paschoal. Já áreas comuns que servem para reunir muitas pessoas, como salão de festas e churrasqueiras, continuam restritas na maior parte dos condomínios.

Segundo os advogados, caso o visitante infrinja alguma regra dentro do condomínio, a responsabilidade vai para a unidade, exceto em ações criminais.

Fonte: Todo Dia
Texto retirado do Portal Viva o Condmínio

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Condomínios buscam combater violência contra mulher na pandemia

Mais de 5 mil postagens indicavam episódios de violência doméstica.

Durante a pandemia de covid-19, condomínios buscam informar síndicos sobre como proceder em casos de violência doméstica, que atingem, em número significativo, mulheres. Conforme avaliam especialistas em violência, as medidas de restrição estimularam debates acerca da proteção desse grupo, em específico, porque o local onde está mais vulnerável a esse tipo de crime é o próprio lar.

Somente entre fevereiro e abril deste ano, registrou-se um aumento de 431% em relatos sobre brigas entre vizinhos, que renderam 52 mil postagens no Twitter, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Desse total, 5.583 indicavam episódios de violência doméstica. Pelo mapeamento, concluiu-se que um quarto (25%) do total de relatos de brigas de casal foi publicado às sextas-feiras e mais da metade (53%) à noite ou na madrugada, entre 20h e 3h. Outra descoberta é de que as mulheres foram maioria entre os autores das postagens (67%).

O Instituto Igarapé foi outra organização engajada na causa, lançando o relatório Violência contra mulheres: Como a pandemia calou um fenômeno já silencioso. Como a questão está presente de norte a sul do país, virou foco do poder público, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que, em parceria com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), desenvolveu a campanha Sinal Vermelho. O objetivo é encorajar as mulheres vítimas a pedir ajuda em farmácias. A prefeitura de Curitiba também divulgou, este ano, uma cartilha, intitulada Prevenção e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher em condomínios.

No estado de São Paulo, onde os casos tiveram alta de 44,9% já no primeiro mês de pandemia, entidades de administradores de condomínios têm elaborado materiais e promovido eventos para orientar moradores e síndicos.

Na capital paulista, uma das entidades que abraçaram a causa foi a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), que realizou um evento para discutir o tema, em outubro.

Para o presidente da associação, José Roberto Graiche Júnior, o entendimento é de que “o papel de fiscalização e colaboração” diz respeito a toda a sociedade. Em entrevista concedida à Agência Brasil, ele contou que a temática vem sendo tratada há cerca de um ano, mas ganhou mais importância com a pandemia, sobretudo após a categoria notar que diversas esferas de governo têm lançado ações.

“A gente já tem discutido isso, vem criando procedimentos, comunicados, educando, digamos assim, a comunidade, para poder evitar todo tipo de violência doméstica”, disse. “É um papel nosso também essa comunicação, essa adequação da comunidade, que se reflete dentro do condomínio, muitas vezes.”

Legislação

No Brasil, o principal instrumento legal que serve de respaldo para as mulheres vítimas de violência é a Lei nº 11.340/2006, mais conhecida como Maria da Penha. Porém, há outras iniciativas que se somam a ela.

Uma delas ainda está em tramitação, já tendo sido aprovada pelo Senado Federal. Trata-se do Projeto de Lei (PL) nº 2510/2020, que obriga moradores e síndicos de condomínios a denunciar às autoridades competentes casos de violência contra mulher que ocorram nas dependências do condomínio, incluindo os ocorridos dentro de casas e apartamentos. O projeto é de autoria da deputada federal Elcione Barbalho (MDB-PA).

Segundo a proposta, que deve passar pela Câmara dos Deputados, o dever de notificar casos se estende a agressões cometidas contra crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência. O projeto estabelece que os relatos sejam feitos ao síndico do condomínio, que terá até 48 horas para denunciar formalmente o caso à Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) ou a canais eletrônicos ou telefônicos adotados pelos órgãos de segurança pública.

Caso descumpra a medida após ter levado uma advertência, o síndico poderá perder o cargo. O morador poderá ter que pagar uma multa de até cinco vezes o valor da mensalidade do condomínio.

A advogada Alessandra Caligiuri explica que o projeto de lei segue uma tendência nacional, que já existe em algumas unidades federativas. Ela cita Rondônia, Paraná, Distrito Federal, Ceará, Minas Gerais, Acre, Maranhão, Rio Grande do Norte, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Em Rondônia, por exemplo, a lei foi promulgada em dezembro de 2019 e determina multa que varia de R$ 500 e R$ 5 mil. Já no Acre, o valor fica entre R$ 500 e R$ 10 mil, dependendo das circunstâncias da infração, das condições financeiras do infrator e do porte do condomínio. “Infelizmente, as pessoas só sentem quando mexem no bolso”, diz Alessandra.

Para ela, tanto o síndico como os vizinhos da vítima devem se mobilizar em sua defesa. “A gente acabou levantando algumas questões para haver essa mudança de se tentar minimizar [a violência], porque, muitas vezes, a mulher que está nessa situação demora muito tempo para sair, 10, 20 anos. Ela precisa se fortalecer para conseguir. Quando denuncia, já está no ápice, quase no nível de ‘ele vai me matar’. Como acontece muito dentro da casa e tendo uma cultura machista, milenar, que está enraizada na nossa sociedade, as pessoas pensam que, em briga de marido e mulher, não se mete a colher”, afirma Alessandra, que é presidente da Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção Pinheiros.

Alessandra cita também as campanhas recentes que têm servido para incentivar testemunhas a denunciar e proteger as vítimas. “Não é só a mulher. A violência envolve criança, idoso, toda a família. Então, ligar pros canais de denúncia, chamar a polícia, permitir que a polícia entre no prédio para ver o que está acontecendo, porque, muitas vezes, com a policia entrando, você acaba evitando que um feminicídio ocorra”, argumenta.

Estatística

Ao se consultar dados reunidos pelo FBSP, observa-se que muitas brasileiras ainda são vítimas de violência. Em 2017, o total de casos de lesão corporal dolosa (quando há intenção, por parte do agressor, de cometê-la) foi de 252.895. Nos dois anos seguintes, permaneceu quase igual. Em 2018, foi de 263.067. Já em 2019, chegou a 266.310, ou seja, uma mulher foi agredida a cada dois minutos.

Em meados de outubro, o FBSP divulgou seu anuário mais recente, no qual apresentou dados sobre a violência contra mulheres durante a crise sanitária. Uma das conclusões foi a de que os chamados para o 190, da Polícia Militar, aumentaram 3,8%, desde que a pandemia foi declarada. No total, a corporação foi chamada para socorrer vítimas mulheres 147.379 vezes, em municípios dos 12 estados avaliados pela entidade. Apesar disso, as vítimas têm tido dificuldades para ir a delegacias ou outros locais que prestam atendimento.

Somente no primeiro semestre deste ano, 648 mulheres foram vítimas de feminicídio, isto é, mortas apenas por serem mulheres. O índice registrado é 1,9% maior do que o dos primeiros seis meses de 2019.

Diversos levantamentos comprovam a relação de proximidade entre vítimas e autores da violência doméstica. Um deles foi produzido pela Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), órgão subordinado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). Divulgado em março de 2019, o estudo apontou que 58,8% das vítimas de feminicídios cometidos em naquele ano eram casadas com os agressores. Além disso, em 23,5% dos casos, eles  já haviam se relacionado dessa forma, estando já separados no momento do crime.

O FBSP também faz um alerta nesse sentido, destacando, no anuário de 2019, que 88,8% das vítimas foram assassinadas pelos próprios companheiros ou ex-companheiros. “A relação próxima com o algoz é apontada por diversos estudos de vitimização como característica marcante das violências de gênero. Este aspecto relaciona-se com a amplitude característica   da violência contra a mulher, que incide nas relações íntimas conjugais através da dependência patrimonial e violência psicológica, por exemplo. São traços desafiadores das políticas de prevenção e proteção, pois  ocorrem  no  seio  de  relações  das quais se espera segurança e confiança, e que comumente estão investidas de tabus por dizerem respeito à esfera doméstica e familia”, escreve o fórum.

Como denunciar

Lei Maria da Penha lista cinco tipos de agressões que configuram a violência contra a mulher: a psicológica, a física, a moral, a sexual e a patrimonial. Muitas vítimas não conseguem romper o ciclo de violência, por seguir a seguinte lógica: há um aumento na tensão entre vítima e agressor, sendo que este demonstra irritação por coisas insignificantes, chegando a ter acessos de raiva. A mulher tenta acalmar o agressor e se esforça para não adotar nenhuma conduta que possa desagradar ao agressor, como se fosse sua culpa. Na segunda fase do ciclo, a explosão do agressor irrompe e toda a tensão acumulada na etapa anterior se materializa em violência verbal, física, psicológica, moral ou patrimonial. Na última fase, chamada de “lua de mel”, o agressor se diz arrependido, tentando uma reconciliação com a vítima, que se sente confusa, pressionada e, muitas vezes, responsável pelo comportamento do agressor.

Fonte: Agência Brasil
Texto retirado do Portal Viva o Condmínio

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Whatsapp no condomínio: é uma boa ideia?

Criar grupos de whatsapp no condomínio pode ser uma boa ideia desde que os assuntos se reservem ao “bem comum” e temas menores.

Estabelecer uma boa comunicação entre a administração do condomínio, centrada na figura do síndico, e os condôminos é essencial para uma boa gestão.

Incitar a participação dos moradores para sugestões de melhorias, conhecer mais as suas dúvidas e incertezas e, assim, elencar prioridades, torna o trabalho do gestor mais assertivo.

Em tempos antigos, a comunicação no condomínio era feita exclusivamente de forma interpessoal, entre corredores, na entrada e saída de elevadores. A formalização máxima de um ato era o aviso colado no interior dos condomínios.

Mas os tempos são outros. E com a evolução tecnológica, sobretudo na forma de nos comunicarmos, isso mudou completamente. Hoje já é possível tratar e até mesmo resolver problemas em tempo real.

Em contrapartida, cedemos uma parte significativa do nosso tempo e somos cobrados a resolver as coisas na hora, mesmo que a solução necessite de maiores cuidados.

É justamente esse o cenário que muitos condomínios passaram a enfrentar a partir do momento em que passaram a oficializar o whatsapp como o canal de comunicação do condomínio.

O que era para ser algo positivo, que prometia mais agilidade e aproximação entre síndico e condômino, se mostrou prejudicial para as relações pessoais internas.

Porém, quando falamos de whatsapp no condomínio nem tudo são reclamações. São vários os exemplos de gestores que souberam utilizar bem essa ferramenta.

Por isso, nem tanto ao paraíso, nem muito menos ao inferno. Saber criar e gerenciar grupos, estabelecer finalidades e regras claras e não tornar o whatsapp a comunicação oficial do condomínio tornam essa ferramenta útil na gestão.

Veja mais: A importância da comunicação condominial na gestão
Veja algumas dicas do que fazer ou não quando o assunto é whatsapp no condomínio.
Quando o whatsapp é um aliado na sua gestão:

1- Se você não quer criar um grupo, uma boa saída é o envio de mensagens por meio de listas de transmissão. Nessa forma somente o dono da lista de transmissão – no caso o síndico – consegue mandar mensagens. Ao receber o aviso a pessoa pode responder para o síndico, só que de forma privada.

2- Ao criar o grupo utilize-o para comunicar sobre manutenções programadas de rede elétrica ou hidráulica. Interrupção de serviços, informar novos procedimentos, troca de funcionários ou plantões. Ou seja, assuntos que não envolvam temas polêmicos.

3- Deixe claro que o grupo de whatsapp do condomínio é somente para assuntos de “bem comum”. Sem trivialidades, picuinhas, diz que me diz ou qualquer outro assunto de esfera pessoal. Nesse caso, até mesmo aquelas figurinhas de “bom dia, boa tarde e boa noite” são desaconselháveis.

4- O grupo não é o canal oficial de comunicação do condomínio. Convocações para assembleia, notificações e outros temas ainda são realizados de outra forma.

E quando o whatsapp se torna um inimigo da sua gestão:

1- Quando a ideia de discutir o “bem comum” é deixada de lado. Logo, passam a ser debatidos assuntos de interesse particular. Nesse caso, o mais comum é um policiamento do condomínio por meio do aplicativo.

2- QUANDO FALTA: educação, cordialidade, responsabilidades e valores comunitários. Ou seja, quando o grupo já perdeu a sua finalidade. Quando surgem piadas de mau gosto e cobranças indevidas, talvez seja a hora de excluí-lo.

3- Decisões orçamentárias não devem ser abordadas em grupos. Somos muito sensíveis quando o assunto é financeiro. Aí, no primeiro sinal de discórdia alguém vai dizer que o condomínio vai subir ainda mais e que se tornou insustentável pagá-lo. Para descambar para a discussão é uma mensagem.

4- Quando o grupo de whatsapp se tornou a principal ferramenta de comunicação do condomínio. Este aplicativo não deve substituir os comunicados, mural, e-mail ou softwares de gestão condominial. Lembre-se: ele é um potencial agregador e nunca algo que substitui.

De qualquer forma, a avaliação da utilização do whatsapp pelo condomínio deverá ser feita pelo síndico. Caso a ferramenta não se adapte à realidade do empreendimento, o mais indicado é excluir o grupo.

Por: Guilherme de Paula Pires
Redação Viva o Condomínio

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Os riscos das festas na propagação da Covid-19

A pandemia do coronavírus tem tirado o sossego de muita gente. Mas o que as pessoas não prestaram atenção é que muitos dos surtos da COVID-19 que aconteceram tiveram como ponto inicial as celebrações familiares.

Basta uma pessoa infectada para propagar a doença por diversas regiões, tendo em vista que segundo informações dos órgãos de Saúde do mundo todo, toda a superfície que essa pessoa tocar poderá ter sido contaminada.
O começo dos surtos

As autoridades perceberam que os surtos locais da doença surgiram após festas ou grandes celebrações, sejam elas familiares ou não, em espaços abertos ou até mesmo ao ar livre. As pessoas não conseguem se manter distantes dos amigos e parentes, não conseguem evitar os beijinhos, os abraços, as danças, as conversas na roda. São muitos costumes que os seres humanos possuem, e não conseguem se controlar nem mesmo em tempo de pandemia.

Diversos casamentos aconteceram pelo mundo, no começo da pandemia, e segundo relatos, foram eventos que desencadeado alguns surtos de Covid-19. E não foram só os casamentos, como aniversários, celebrações religiosas, festas, carnaval e festivais também foram propagadores do vírus. E é sempre dessa forma: uma situação que resulta  em dezenas de casos, e a partir daí, outras centenas de pessoas passam a ser contagiadas, e dão continuidade à propagação do coronavírus.

Alguns países ainda estão mantendo proibidos os eventos de grande porte, mas mesmo assim, os pequenos eventos como, bares, clubes, reuniões particulares ainda são perigosas, pois as regras de distanciamento e higienização nem sempre são obedecidas.

As pessoas continuam busca do se encontrar, procuram a companhia de amigos e familiares, vão a eventos esportivos e culturais. Logo mais chegará o Natal e o Ano Novo, e as pessoas não aguentam mais esse período de ‘isolamento social’. E agora com o retorno das chuvas em algumas regiões fica mais difícil de manter a população em lugares abertos e arejados.

O que dizem os especialistas?

De acordo com especialistas, um infectado transmite a doença para um número grande de pessoas. Mas a pessoa infectada não tem culpa, pois muitas vezes ela ainda não sabe que já contraiu a doença, portanto acaba colocando em risco a vida de outras pessoas sem saber. Isto é, o infectado pode transmitir a doença para muitas pessoas sem ainda nem ter começado a sentir os sintomas.

Segundo algumas pesquisas, muitas pessoas não apresentam sintomas, ou se tiverem são bem leves, é assim fica difícil de perceber que estão infectados e que podem contagiar mais pessoas. Por outro lado, existem pessoas que tem predisposição para disseminar o vírus, e já outras parecem que são totalmente oposto. Isso varia de acordo com o sistema imunológico de cada pessoa e de como o vírus se comporta no corpo.

O que acontece é que mesmo estando no 6º mês de pandemia, com isolamento social declarado no país, o coronavírus ainda é cheio de mistérios. Não é à toa que existem muitas informações cruzadas, que acabam deixando as pessoas perdidas e inseguras. O mais certo a se fazer é continuar mantendo a calma, ter paciência, se cuidar, seguir as recomendações básicas de saúde e higienização, utilizar máscaras e álcool em gel, evitar aglomerações, o máximo que puder. E não menos importante, cuide do próximo também!

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Multas de condomínios: como são aplicadas e quais são os valores?

O síndico deve conversar primeiro com o suposto infrator, e somente baseado nas provas e registros, notificar ou punir.

Multas de condomínios: como são aplicadas e quais são os valores?

As multas de condomínios são sempre tema para conflitos, por sua complexidade e divergências em torno de sua aplicação. Além disso, geram muitas dúvidas. Entre as mais comuns está o valor a ser cobrado. De acordo com a especialista em direito imobiliário, Rita Nascimento, tudo deve ser combinado durante as assembleias, mas seguindo rigorosamente os decretos brasileiros e cumprindo ainda o limite máximo determinado.

“Geralmente os valores de multas estão previstos na convenção condominial, de acordo com o que o Código Civil brasileiro afirma em seu Art. 1.336. Para a manutenção dos prédios, prevê-se que, ao cometer infrações, o condômino estará sujeito ao pagamento de multas previamente acordadas em contrato (convenção) ou assembleia. Vale mencionar que a quantia a ser paga não poderá ultrapassar cinco vezes o valor da mensalidade do condomínio, independente do tipo de infração realizada pelo morador”, esclarece Rita.

No entanto, a primeira punição deve ser a de valor mais baixo, para que assim o valor possa crescer em caso de reincidência. Além do mais, a especialista aponta que existe uma gama de normas dentro das comunidades prediais, sendo algumas mais comuns na ocorrência de descumprimento dos moradores.

“Viver em condomínio é um exercício diário de empatia, cidadania e respeito. Não é uma tarefa fácil, pois estamos falando de várias pessoas que resolvem dividir uma determinada área comum e, muitas vezes, o síndico esbarra em problemas diários, como inadimplência, segurança, barulho, animais domésticos e garagem. O condômino precisa compreender que é extremamente necessário cumprir as regras condominiais e as boas práticas. Os direitos e deveres estão previstos na convenção condominial e na própria Lei no Art. 1.335 do Código Civil Brasileiro”, explica a profissional.

Penas específicas

O valor da multa não pode passar de cinco vezes o valor da taxa condominial. Mas há o caso do condômino antissocial, aquele que sempre comete desrespeito ao regulamento interno e à convenção do condomínio. Portanto, para multá-lo é necessária a permissão da assembleia. Nesse caso, a punição pode chegar a até dez vezes o valor da contribuição mensal.

Quando aplicar as multas

Os valores das infrações podem ser cobrados a cada ato infracional, mas somente quando consta na ata de regulamento. Caso contrário, pode ser recorrida com a administração ou durante as reuniões de condomínio. “As penalidades precisam ser aplicadas de acordo com o que está previsto no regulamento interno. O síndico precisa avaliar a situação, ter o registro da ocorrência e seguir o regulamento interno para não colocar o prédio em risco jurídico”, afirma.

Existem diversas formas de aplicar as punições e as ações podem ser advertidas previamente e negociadas para comum acordo. “É possível aplicar uma pena direta, desde que esteja prevista na convenção do condomínio, mas o ideal, e mais indicado, é que o síndico busque conversar primeiro com o suposto infrator e somente baseado nas provas e registros, notificar ou multar.”

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Lockdown: como o condomínio pode ser afetado

Existem algumas grandes cidades no Brasil que são exemplos de situações de lockdown, que significa ‘fechamento total’.
Lockdown: como o condomínio pode ser afetado

Essa norma acarreta em restrições mais severas em relação ao isolamento social, nesse período de pandemia do novo coronavírus, a fim de prevenir a propagação da doença, e evitar que o sistema de saúde do país entre em crise.

Quando o lockdown é decretado, as pessoas não podem sair de casa a não ser os profissionais de serviços essenciais, ou pessoas que tenham um motivo plausível, como por exemplo, precisam sair para comprar alimentos e medicamentos ou precisam ir ao médico ou hospital.

Muitos países decretaram lockdown com o propósito de conter a pandemia, são eles: Austrália, Canadá, China, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Reino Unido e Espanha.

E algumas cidades também viram no ‘fechamento total’ um meio para proteger as pessoas do novo coronavírus.

Diante disso, os condomínios precisam adotar algumas deliberações para não criar um alvoroço ainda maior. Por mais que as normas variem de acordo com as imposições dos decretos de cada município ou estado.

Lembrando que todo os síndicos devem se preparar para uma situação como essa, pois a qualquer momento isso pode acontecer.

Mas como o fechamento total pode atingir um condomínio?

Já que os condôminos deverão evitar qualquer circulação desnecessária, para se proteger da COVID-19, essa circunstância também deve valer para dentro dos condomínios e suas áreas comuns.

Não só vale para os condomínios, como também para os funcionários e prestadores de serviços do condomínio.

O síndico terá que verificar a escala, se preparar quanto ao controle de acesso, e se necessário mandar comunicados aos condôminos para que todos estejam cientes dos acontecimentos.

Outras questões deverão ser levantadas, tais como:

  • Deve ser proibida a entrada de visitantes no condomínio;
  • Os funcionários precisam providenciar e ter em mãos documentos para caso acontece uma fiscalização;
  • É recomendado que o síndico alinhe a escala de trabalho dos funcionários, já pensando nas diferentes possibilidades de situação, principalmente já se antecedendo a uma redução de funcionários;
  • Verifique as manutenções dos equipamentos essenciais;
  • Verifique quanto a limpeza das áreas mais utilizadas pelos condôminos;
  • E por último, não menos importante, o síndico precisa se manter firme no cumprimento dos decretos e nas regras exigidas, para reduzir a circulação das pessoas, e colaborar o isolamento social dentro dos condomínios.

As cidades que já presenciaram o lockdown já sabem como se comportar, porém as cidades que ainda não passaram por isso, precisam ter informações de como proceder, e principalmente informar a população, para que possam lidar da melhor forma possível com o ‘fechamento total’.

Fonte: Portal Viva o Condmínio

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Corona vírus nos condomínios

Com os moradores passando mais tempo em casa, as reclamações tendem a aumentar entre os vizinhos. Um especialista conta ao Fantástico quais pequenas atitudes podemos tomar para ajudar na boa convivência entre todos.

A harmonia e o respeito entre condôminos é cada vez mais necessária, já que a maioria dos brasileiros está em casa, vivendo em isolamento, por conta da pandemia causada pela Covid-19.

Com os moradores passando mais tempo em casa, as reclamações tendem a aumentar. O advogado especialista em condomínios Márcio Rachkorsky, dá 7 dicas de como agir em casa durante quarentena e fazer com que os dias sejam mais leves para todos.

Veja abaixo um pequeno manual da boa vizinhança:

1 – Converse e oriente a sua família
Junte todo mundo que mora na sua casa e converse sobre a situação. Reforce a importância do respeito e da tolerância com os vizinhos neste momento.

2 – Evite deixar os animais presos

Os animais presos em varandas ou cômodos ficam estressados. Isso não é bom para a saúde dos bichinhos. Além disso, o latido permanente, por exemplo, pode incomodar os vizinhos.

3 – Evite som muito alto
Som alto, seja de música, televisão, videogame, pode incomodar quem mora próximo de você. É importante pensar e agir com moderação e principalmente, respeitar a Lei do Silêncio, depois das dez da noite.

4 – Atenção ao volume de conversas em janelas e varandas
Agora, mais do que nunca, estamos usando mais as janelas e varandas. O especialista orienta que é importante prestarmos atenção ao volume dessas conversas, para que não incomodem os vizinhos, principalmente após as dez da noite.

5 – Evite pequenas obras ou reformas
Não é hora de fazer isso em casa, afirma o especialista. Barulhos de furadeira e martelo, podem se tornar um pesadelo na vida de quem está trabalhando de casa. Empatia é tudo nesse momento.

6 – Cuidado com pequenos barulhos
Cuidados na hora de usar o liquidificador, secador de cabelo, ou andar de salto alto em pisos de madeira, podem ser boas ações com os vizinhos. Fique atento (a) aos horários.

7- Evite incomodar demais o síndico
Através do diálogo, tente resolver os atritos direto com o seu vizinho, e só acione o síndico em último caso.

Fonte: Portal Viva o Condomínio


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Dedetização: veja dicas para evitar transtornos

Como todo bom síndico sabe, a época de maior proliferação de pragas e vetores é na primavera e no verão. Mas nem por isso, nas demais estações do ano, devemos nos descuidar da prevenção desses insetos, afinal de contas ratos, baratas e outras pragas se reproduzem o ano todo.Além disso, existe um consenso de que é necessário contratar serviços de dedetização a cada seis meses. Portanto, não espere até os meses mais quentes para agir. A contratação de uma empresa especializada para lidar com os pesticidas exige muita atenção por parte do síndico. Afinal de contas, os inseticidas são venenos e se não forem manuseados de forma profissional podem pôr em risco moradores, colaboradores e os próprios profissionais prestadores do serviço.

 

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Quanto custa e quais os cuidados para ter um playground no condomínio.

Os preços são bem variados. Segundo a Krenke Brinquedos, empresa catarinense especializada na fabricação, comercialização e montagem de parquinhos completos (aqueles com passarelas e casinhas), o valor varia de acordo com a metragem da área que abrigará os brinquedos e o tipo de modelo escolhido, mas pode custar de R$ 9 mil, instalado em uma área de 25 m², até R$ 70 mil, com 400 m².

Uma opção mais em conta, mas que depende de uma manutenção mais frequente, é a de parquinhos em madeira. Outra empresa de Santa Catarina, a Disneylândia Parques Infantis, trabalha com madeira nobre, faz um projeto arquitetônico para o condomínio e possui certificação. De acordo com a empresa, há projetos a partir de R$ 500, mas a média de parquinhos para condomínios está na faixa de R$ 1 mil a R$ 4 mil. A manutenção deve ser anual. “Mas o valor varia muito do que você quer, já fizemos playground que custava R$ 200 mil”, conta um vendedor.

Fonte: Gazeta do Povo

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Aumenta a importância de bicicletários nos condomínios.

O ciclismo é uma prática que vem crescendo nos últimos anos, fazendo aumentar o número de bicicletas entre os moradores de condomínios. E com a busca de uma vida mais saudável nas grandes cidades, a tendência é que esse número não pare de crescer.

Mas, se o apartamento é pequeno e na vaga de garagem não é possível, onde guardar as bikes? É preciso levar em conta que numa mesma família pode haver várias bicicletas e os apartamentos hoje são cada vez menores. É aí que surge a necessidade de levantar a discussão sobre a criação de um bicicletário.

Legislação 

Algumas cidades no Brasil até já aprovaram lei obrigando condomínios a destinarem um espaço para a instalação de bicicletário. Em São Paulo, por exemplo, construções novas e reformas de prédios residenciais e comerciais devem reservar até 10% das vagas de garagem para estacionamento de bicicletas.

Discussão 

O primeiro passo seria levantar quantos moradores têm esta necessidade dentro do condomínio e convocar uma assembleia para discutir o assunto. É preciso analisar muito bem a necessidade e também o tipo de bicicletário a ser implantado, pois em muitos condomínios o espaço de área comum é restrito.

Quórum 

O quórum necessário para a benfeitoria varia entre maioria simples dos presentes – quando nenhuma área comum do condomínio será alterada – para dois terços dos condôminos, se houver a necessidade de mudar uma área comum. Essa aprovação de 2/3 serve para realizar a adequação da convenção.

Regras 

Aprovada a instalação, é importante que o local tenha suas regras para evitar furtos, má utilização e outros problemas.

Local 

Especialistas apontam que a instalação deve ser feita perto das áreas de saída do condomínio, para facilitar a mobilidade.

Cadastramento 

É recomendável que o local seja fechado com chave e haja um cadastramento das bikes e seus proprietários.

Sinalização 

É fundamental que a área seja sinalizada para que não seja invadida por motos e carros.

Piso 

A pavimentação deve ser adequada para evitar acidentes com ciclistas ou avariações nas bicicletas.

Tipos 

Há dois tipos de bicicletário: os de chão e os de parede. Escolher os suportes e materiais mais adequados é fundamental para a segurança.

Responsabilidade 

Lembre-se que o condomínio não fica responsável por danos ou furtos das bicicletas apenas por ter um local para sua guarda. Essa responsabilidade só é passada ao empreendimento caso o bicicletário fique trancado – e que apenas o zelador possa abrir ou fechar o local.

Organização 

É importante criar um regulamento específico para o local, definindo regras e responsabilidades, e com aprovação em assembleia (maioria simples). Isso pode evitar futuros transtornos, como a utilização incorreta de outros espaços para guardar as bicicletas.

Tags 

Uma ideia é o uso de tags nas bikes, que mostrem quem, a que unidade e bloco pertencem. Também é recomendável que todas as bicicletas sejam trancadas com cadeado.

Recadastramento 

É recomendável também que a cada seis meses o condomínio faça uma campanha de recadastramento das bicicletas, evitando assim que equipamentos velhos de moradores que já se mudaram ocupe o espaço que poderia abrigar outra bike.

Fonte: Portal viva o condomínio

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