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Pandemia faz crescer demanda por síndicos profissionais

Não é possível mensurar em números, mas a pandemia fez crescer a demanda pela contratação de síndicos profissionais nos condomínios residenciais, é o que afirmam especialistas no assunto ouvidos.

No centro da causa, sete meses de confinamento, vizinhos com ânimos acirrados, muitos conflitos para gerenciar e morador que fazia as vezes de administrador pedindo para deixar o cargo.

Síndica profissional especialista em implantação de condomínio e gestão de contratos, Linda Carvalho conta que (entre os moradores) “ninguém quer mais ser síndico” e que, só em outubro, já conta com três solicitações de orçamento para prestação dos serviços. “Antigamente, síndico era aquele condômino aposentado, que podia colaborar. Hoje, exige conhecimento, trabalho, tempo e dedicação”.

Há cerca de um mês, Linda fechou contrato para administrar mais um condomínio, o quarto de sua carteira. Segundo ela, ainda faltava um ano para a gestão do síndico-condômino terminar, “mas, por conta de suas obrigações pessoais, trabalho, profissão, ele não estava mais conseguindo conciliar as atividades. Foi aí que decidiram pela contratação de um profissional. E essa procura tem sido grande”, diz.

“A dificuldade em se eleger um síndico morador está cada vez maior, porque para uma pessoa que não vive profissionalmente desse trabalho, que tem suas obrigações pessoais, falta tempo para ele dedicar ao condomínio a atenção que exige. Já o síndico profissional, como o nome diz, vai exercer a função de forma muito mais assertiva. Hoje, quando esse tipo de discussão chega à assembleia, ela é logo aprovada”.

Depois de trabalhar dez anos como síndica de um residencial, a administradora Fátima Nascimento resolveu, em 2018, abrir a própria empresa de gestão condominial. Atualmente com quatro clientes – três residenciais e um empresarial – e dois colaboradores, Fátima destaca que “hoje condomínio deixou de ser condomínio e se tornou empresa”, exigindo do síndico “habilidades específicas”.

Segundo Fátima, na pandemia foi “comum ver gente assumindo a função de síndico e desistindo logo em seguida, principalmente pela questão da gestão de conflito”. “Porque agora na pandemia foi o que mais houve. Nesse período, por exemplo, recebi ligação das 6h30 da manhã até a meia-noite, diariamente, de condômino fazendo queixa, pedindo solução para a reclamação”.

“Do latido do cachorro do vizinho à obra de reforma fora do horário estipulado, passando pelo volume das lives que, muitas vezes, iam até mais tarde. Teve morador discutindo com funcionário, funcionário pedindo desligamento. Ou porque não houve coleta de lixo no horário acertado, ou porque tocaram na campainha muito forte. Motivos pequenos, mas que ganharam outra dimensão na pandemia”.

“E morador nenhum quer ter de administrar o seu próprio estresse, porque estamos todos vivendo o mesmo momento, e ainda ter de apaziguar os ânimos dos vizinhos, lidar com tudo isso. Pelo contrário”.

Fátima lembra ainda que, por conta da própria crise, outro “movimento” que aconteceu nos últimos meses foi de condomínio “trocando de empresa de gestão condominial grande por pequena”. Seja buscando um “atendimento mais personalizado”, ou mesmo de forma a rever custos, conta Fátima, que conseguiu um novo contrato no início da pandemia, mas fez “várias consultorias nesse período”.

Para o presidente do Sindicato da Habitação na Bahia (Secovi), Kelsor Fernandes, de uma forma geral, a pandemia mexeu com o setor no sentido de que os condomínios precisaram se adaptar muito rapidamente às transformações, agravando alguns “problemas de convívio”, e minando a resistência de alguns. Mas fala que o morador-síndico “com pouco mais habilidade também conseguiu tocar o barco”.

‘Discutido e planejado’

Ainda de acordo com Fernandes, é preciso lembrar, contudo, que mudança de empresa de administração condominial “grande por pequena”; contratação do chamado serviço de portaria remota, entre outros dispositivos no intuito de reduzir as despesas de um residencial, tudo isso precisa ser amplamente discutido e planejado, “pois nem sempre representa economia de custo, quando não um gasto maior lá na frente”.

“As mudanças precisam ser bem pensadas, é preciso reunir o máximo de informação de determinado serviço, sob o risco de desvalorização do imóvel. Quando alguém chega para comprar um apartamento, ele vai olhar o imóvel, suas instalações, mas também a infraestrutura do lugar, a segurança, etc.”.

Responsável pela gestão de “mais de 200 condomínios, 60% deles residenciais, o sócio-diretor na Brandão & Sá, empresa de consultoria contábil e administração condominial, André Pimentel Sá afirma que foi “notória a procura por síndico profissional” agora na pandemia, até mesmo o serviço de auditoria do trabalho desenvolvido por eles.

“Dá muito mais tranquilidade para os moradores (contar com o trabalho de um síndico especialista), diminui o estresse. Ao passo que aumenta a necessidade de acompanhar mais de perto o trabalho realizado pelos profissionais”, afirma.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Áreas comuns de condomínios estão liberadas, mas palavra final é do síndico

Em meio ao conflito entre moradores, cabe ao síndico usar o bom senso; orientação é que decretos municipais balizem decisões

As áreas comuns dos condomínios ficaram fechadas por muito meses e agora, com a maior flexibilização das atividades esportivas e culturais, muitos destes espaços estão sendo reabertos. Para diversos moradores, a mudança é motivo de comemoração, mas, para outros, fonte de preocupação.

Em meio ao conflito dos interesses que sempre variam de morador para morador, cabe ao síndico dar a palavra final. Conforme explica Guto Germano, advogado especialista em direito condominial, cabe a esta pessoa, eleita pelos condôminos para administrar o condomínio, definir as regras para reabertura.

O ideal, porém, é que estas definições sejam balizadas pelas normas estabelecidas por decretos municipais, que são redigidos pelas autoridades considerando o atual cenário da pandemia na cidade – mas que não delimitam, objetivamente, diretrizes para o funcionamento das áreas comuns de condomínios.

“Cada condomínio tem suas características próprias e o síndico, além de estabelecer parâmetros amparados nos decretos, precisa ter bom senso para criar estas regras buscando sempre trazer benefícios e não problemas para esta comunidade”, descreve Germano.

Como exemplo, ele cita a necessidade de avaliar se os espaços comuns serão utilizados com horário previamente marcado pelos condôminos interessados ou, ainda, se o tempo de uso destes locais será reduzido. Para o uso da academia, por exemplo, uma saída é seguir o regramento imposto em decreto para as empresas do ramo.

O mesmo vale para as quadras poliesportivas, cujo uso já está autorizado pela prefeitura. Para a utilização das piscinas, segundo Germano, vale, mais uma vez, lançar mão do bom senso, já que o decreto municipal prevê regras apenas para piscinas com raias, com ocupação na proporção de duas pessoas por raia.

“O condômino também deve lembrar que é dever dele não utilizar as áreas comuns com prejuízo ao sossego, à saúde e à segurança dos demais moradores. Ele pode ser multado se não seguir estas diretrizes”, acrescenta.

EVENTOS

Já para os salões de festa, a titular da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), Letícia Kirchner, orienta os condomínios a seguir o regramento estabelecido para os eventos. As pessoas devem permanecer sentadas, com distanciamento e utilizar máscaras. A lotação máxima é de 40% da capacidade do local e o evento deve ser encerrado até as 23h.

“Os quiosques, que antes deveriam ficar interditados, agora podem voltar a ser utilizados. Para os condomínios, entendemos que a aglomeração nestes locais não pode ultrapassar 10 pessoas, considerando a regra estabelecida para reuniões familiares”, frisa a secretária.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Condomínios: Sindicato defende que áreas comuns voltem gradualmente

Pressionados por alguns condôminos que querem a volta total das áreas comuns dos condomínios

A Associação Brasileira de Síndico, Condomínio e Empresas Afins em Sergipe (Assindcon/SE), recorreu à Secretaria de Estado da Saúde (SES) manhã desta terça-feira, 1º, com um conjunto de ideias para que os espaços de lazer dos condomínios voltem gradualmente, seguindo os critérios sanitários.

De acordo com as informações do presidente da Assindcon, Sandoval Júnior, assim que algumas atividades comerciais e pontos turísticos foram reabertos muitos condôminos têm pressionado os síndicos para que eles autorizem a utilização de todos os espaços de lazer, como salão de festa, piscina, e quadra de esportes.

“A reabertura de bares, restaurantes, academias e praias criou um clima em muita gente de ‘liberou geral’. Mas não é bem assim. Ainda estamos na pandemia”, diz Sandoval.

Ele explica que a associação elaborou uma minuta com algumas ações para que as áreas comuns sejam flexibilizadas conforme a situação da pandemia aqui no estado. “Nós queremos reabrir os espaços aos poucos, de maneira gradual. E não tudo de uma vez só”, relata.

Sandoval diz que o encontro foi bastante positivo e que espera que a SES possa elaborar um protocolo específico para a reabertura das áreas comuns. “Queremos um respaldo mais concreto para repassar os síndicos e, claro, aos condôminos”, afirma.

O presidente da Assindcon alerta que em Aracaju há um grande números de condomínios. “Nós estamos falando de aproximadamente 1.200 condomínios que abrigam cerca de 200 mil pessoas. É preciso cuidado. Ainda é muito cedo para abrir tudo. Temos que pensar na saúde das pessoas”, avalia.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Abralimp traz protocolos de limpeza para condomínios e suas áreas comuns

A Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional indica os procedimentos de limpeza e desinfecção adequados para garantir a proteção de moradores, funcionários e frequentadores

Visando auxiliar e padronizar os protocolos de limpeza em condomínios – residenciais e comerciais – que possuem mão de obra própria na limpeza, colaborando na diminuição do risco de disseminação do novo coronavírus, a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp), desenvolveu o “Manual de Procedimentos de Limpeza durante a pandemia de Covid-19 para condomínios e suas áreas comuns”, que traz informações fundamentais a respeito de procedimentos de limpeza, equipamentos e produtos químicos indicados.

Como se trata de um vírus novo, ainda sem estudos comprovados que atestem seu comportamento, o conteúdo tem como finalidade apresentar medidas imediatas de prevenção e controle de transmissão. As orientações estão alinhadas com as diretrizes do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS), Associação Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dos demais órgãos de saúde.

A Abralimp destaca que parte fundamental no processo emergencial da pandemia é o treinamento dos colaboradores. “É imprescindível a orientação constante de todos os profissionais para a prevenção da transmissão de agentes infecciosos”, aponta o Manual.

Recomendações

De acordo com o Manual da Abralimp, a limpeza deve seguir uma sequência padrão para manutenção do ambiente higienizado, empregando técnicas corretas, produtos e equipamentos adequados.

A principal orientação para conter a proliferação do vírus é aumentar a frequência do processo de higienização de superfícies, com máxima atenção às áreas onde ocorrem maior contato das pessoas, tais como: maçanetas; corrimão; barras de apoio; botões de elevadores; fechaduras; interruptores; aparelhos de telefone e interfone, entre outros.

Preparação para a limpeza

Antes de iniciar os processos, é necessário higienizar as mãos e colocar os Equipamentos de Proteção Individuais (EPI´s) necessários para a atividade.

Todos os materiais utilizados no procedimento devem ser preparados previamente, como a separação dos panos secos.

No caso dos produtos que serão utilizados para a limpeza, preparar o pulverizador com o produto químico e identificar o recipiente onde será colocado.

Preferencialmente, utilizar diferentes equipamentos, panos, esponjas e escovas para os processos de limpeza e desinfecção. Também devem ser utilizados equipamentos específicos para a limpeza dos mobiliários, pisos e sanitários.

Considerações para execução dos procedimentos

É de suma importância a utilização dos EPI´s, para garantir a proteção do colaborador.

A limpeza e a desinfecção devem acontecer em um único sentido, nunca em movimentos circulares ou de vai e vem para evitar espalhar a contaminação sobre a superfície.

Inicie a limpeza da área menos suja para a mais suja.

Iniciar o processo de limpeza e desinfecção sempre de cima para baixo.

Nunca misturar produtos químicos.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Os impactos de uma crise dentro das cidades (e nos condomínios)

Neste ano, fomos pegos de surpresa por um vírus que, apesar de silencioso, causou mudanças na sociedade, nas relações interpessoais e colocou em evidência a importância de alguns profissionais.

Desde o final de janeiro de 2020, quando o vírus começou a atingir o País, ele tem causado impactos também no quantidade de inovações e transformações na saúde pública, na economia e no cotidiano.

Ao contrário do que se pensa, as cidades e, por consequência, seus cidadãos, estão vulneráveis a instabilidades do mercado e até às crises, mesmo aquelas impulsionadas por um vírus. A Peste Bubônica, por exemplo, dizimou cidades na Europa durante a Idade Média e na Ásia até o início do século XX. A Gripe Espanhola de 1918 matou cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, inclusive o nosso presidente na época. Mesmo assim, faço um convite para avaliarmos como a sociedade se comporta após estes momentos conturbados.

Como na história, as cidades de todo mundo encontraram maneiras de se ajustar e passaram a prosperar nas inovações, afinal, elas se tornaram um diferencial de valor ainda maior para o meio corporativo. Durante a crise, vimos a tecnologia entrar para os setores mais arcaicos e tradicionais, modificando processos e acelerando a digitalização de serviços. A pandemia reafirmou a necessidade de mudança, da reestruturação da sociedade e do sistema produtivo. Nos condomínios, acontece da mesma forma, já que eles espelham o que é a sociedade do portão para fora.

O primeiro grande obstáculo dentro desses espaços é a superlotação. Com um número muito maior de pessoas dentro de casa (e dos condomínios), devido a adesão do regime home office durante a pandemia, as pessoas passaram a conhecer melhor seus vizinhos (e seus ruídos).

Com isso, os condomínios tiveram que se reconfigurar para manter a saúde dos condôminos e a boa convivência entre moradores. Estamos vivendo a maior parte do tempo em nossas casas e notamos que nosso lar não é só mais um lugar para onde voltamos depois de um dia corrido.

O êxodo das pessoas nas grandes cidades também teve um salto. Assistimos famílias inteiras indo para o interior, grandes empresas fechando escritórios e mudando suas principais filiais em operação. Faço um questionamento: se as crises desenvolvem e inovam uma sociedade inteira, seria essa uma exceção? Ou será que já estamos imersos em um processo de mudanças, dessas que ficarão para sempre?

Futuramente, veremos pessoas atraídas de volta às cidades devido à queda do preço das moradias e das consequências econômicas. Durante todo o período histórico é comum observar o êxodo nos centros urbanos conduzido por pandemias, epidemias, crises ou guerras. Mas depois, esses cidadãos retornam porque as metrópoles, por sua vez, reúnem oportunidades pessoais e profissionais muito mais atrativas. A urbanização sempre foi uma força maior do que uma doença infecciosa e apesar de instabilidades, o mercado imobiliário e de condomínios deverá alavancar.

Nas cidades, também notamos a mudança na saúde e na importância dos líderes de Estado. Nos condomínios, os síndicos foram os que receberam o cargo de protagonistas, com uma responsabilidade maior no gerenciamento de condomínio, com o poder de decisão sobre a flexibilização da quarentena, da utilização de espaços comuns, das normas internas de convivência e também, nas regras de prevenção do coronavírus.

As experiências sobre economia foram questionadas, dando espaço à esperança de uma solução mais solidária. Ter menos posses, alugar, emprestar e dividir mais. A própria economia compartilhada teve visibilidade envolvendo a tecnologia nas transições de serviços ou produtos peer to peer, ou seja, diretamente de uma pessoa para outra – que também surgiu em uma crise.

O momento que estamos atravessando é um dos maiores desafios desde a Segunda Guerra Mundial. Embora as crises sejam épocas densas dentro de uma sociedade, o que se pode levar como consequência positiva, sem se esquecer ou romantizar os prejuízos, são de fato as inovações.

Assim como em outros momentos em nossa história, essa pandemia deverá marcar uma inflexão de paradigmas, novos padrões e uma aceleração em tendências mais profundas e de longo prazo. O que resta para pensar e acalentar a nossa saúde mental é lembrar que as crises são alertas para se repensar todo planejamento urbano, econômico e social, são oportunidades de otimizar e qualificar cada passo e com esta pandemia não seria diferente.

Rafael Lauand – CEO da LAR app

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Pandemia trouxe novos desafios: Condomínios e Home Office

É fato que a pandemia nos trouxe novos desafios, necessidade de adaptação e inovação.

A realidade de muitas empresas e trabalhadores mudou da noite para o dia e tivemos que nos reinventar, para continuar o trabalho que antes era executado em escritórios. Infelizmente, a grande maioria não estava preparada para isso. 

Quando se fala em home office (trabalho em casa), a primeira coisa que nos vem à cabeça é como conciliar a rotina do escritório em nossos lares. Nem sempre temos um local específico para reuniões, uma internet de altíssima velocidade, uma cadeira anatômica e confortável, um computador de alta potência, etc. Às vezes a própria rotina do lar pode atrapalhar a concentração e produtividade, pois temos que conviver com os demais moradores, filhos, esposas, maridos, pets, cada um com sua particularidade. 

São tantas adequações necessárias para manter a qualidade do serviço e bem-estar do trabalhador, que os condomínios também tiveram que se adaptar.

Temos um longo caminho a percorrer até encontrar o ponto de equilíbrio entre moradores residentes e os “moradores home office”, que precisam usar as áreas comuns para se adaptar a esta nova realidade, que, apesar de não ser tão nova, se intensificou abruptamente durante a pandemia. Realidade esta que não irá retroceder. 

Alguns administradores de condomínios já estão disponibilizando e transformando as áreas comuns, como salões de festas, salões de jogos, rooftops para esses trabalhadores utilizarem como espaços de coworking (trabalho compartilhado).

Mas não é só disponibilizar os espaços, eles devem ser preparados para atender à necessidade desses trabalhadores, começando por disponibilizar uma boa internet wi-fi, orientar sobre uso das proteções individuais como máscaras, uso do álcool em gel, levar sua própria água e/ou alimento, limpar sua cadeira e mesa antes e depois do uso, não compartilhar material de trabalho ou itens pessoais.

Talvez este modelo de trabalho se perpetue nos condomínios, mas se cada um fizer sua parte, moradores e administradores de condomínios, sem dúvida, ficarão satisfeitos com o resultado final.

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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Covid-19 pode ser detectado por testes em condomínio

Ainda existe uma preocupação em relação a evolução da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Apesar de algumas medidas terem sido tomadas pelos governantes municipais e estaduais, o medo e a insegurança ainda assolam a população, principalmente no que se refere a flexibilização e a manutenção do isolamento social.

Diante de tudo isso, muitos fatores interferem diretamente no cotidiano das pessoas, e para quem mora ou trabalha em um condomínio, acaba aumentando ainda mais a responsabilidade do síndico em relação ao cuidado com a segurança do condomínio a e principalmente com a saúde dos condôminos.

Para auxiliar no combate da Covid-19, alguns serviços especializados estão sendo criados, com intuito de promoverem uma higienização mais profunda, e até mesmo equipamentos que conseguem detectar se o novo coronavírus está presente no ambiente.

Esses equipamentos podem ser aplicados nas áreas que possuem maiores circulação de pessoas, como elevadores, portaria, e até nas áreas comuns, tudo para conseguir saber se o vírus existe naquele lugar.

O teste nas áreas comuns

Existem dúvidas que preocupam certos tipos de condôminos, principalmente em relação a segurança e os protocolos de higienização e desinfecção dos ambientes. Muitos se perguntam se essas medidas estão sendo eficazes? Ou se estão sendo feitas de forma adequada? Se o trabalho de limpeza está sendo o suficiente para combater o novo coronavírus?

As perguntas são muitas, e as respostas são poucas. Pouco se sabe ainda sobre essa doença, que tem tirado o sossego da população mundial.

Com isso muitas empresas estão criando através da tecnologia equipamentos que tentam solucionar ou combater o vírus. O teste que promete detectar a presença do causador da Covid-19 funciona analisando se existe a necessidade de uma limpeza no ambiente, e assim, evidencia se esta higienização está sendo feita corretamente.

Esse equipamento promete avaliar também se algum fornecedor ou prestador de serviço estava contaminado e contagiou o ambiente, ou algum móvel do condomínio.

Como funciona o teste?

O teste funciona da seguinte forma, primeiro é feita uma coleta, o método utilizado é o swab estéril, exatamente como o teste feito em seres humanos, através de um cotonete específico com haste de plástico e ponta sintética, umedecido em uma solução especial para conseguir remover amostras de RNA nas superfícies ambientais de 25 cm².

O próprio condomínio fica responsável por fazer a coleta, de acordo com as instruções passadas pela empresa, e também com o uso rigoroso das EPI’s, como luvas, máscaras e jalecos, a fim de não interferir no resultado do teste. Após feita a coleta do material, o teste é transferido para uma embalagem específica de transporte e o laudo sai em um prazo de 48 horas depois.

Superfícies que podem ser testadas

O teste promete ter resultado comprovado, e pode ser feito em diversas superfícies dentro do condomínio, tais como:

  • Elevadores
  • Pisos
  • Maçanetas
  • Portarias
  • Corrimões
  • Teclados compartilhados
  • Bordas de mesas
  • Paredes
  • Portas
  • Armários

Não é preciso preparar o ambiente para fazer o teste, e caso a superfície tenha sido higienizada, pode se fazer o teste mesmo assim, pois o resultado não será alterado.

A frequência do teste

Não existe um limite para se fazer o teste nos ambientes. Tudo irá depender da frequência e da circulação de pessoas no condomínio. Ou seja, como o condomínio recebe as pessoas e a quantidade de pessoas que passam por ele.

O que também irá dizer a quantidade necessária de testes, é a questão da higienização dos locais, pois se a desinfecção for feita rigorosamente para combater o novo coronavírus, automaticamente não será necessário fazer tantos testes de detecção da Covid-19.

Uma coisa é certa, com o passar do tempo, muitas novidades surgem no mercado com intuito de melhorar o combate do novo vírus. Vale a pena procurar qual é o equipamento que melhor se adapta a realidade do seu condomínio!

Fonte: Portal Viva o Condomínio

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